Ibovespa fecha em alta, aos 122 mil pontos; Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) caem, enquanto Méliuz (CASH3) e Copel (CPLE6) sobem

O Ibovespa fechou em alta de 0,47% nesta quarta-feira (26), aos 122.560 pontos.

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As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) caem 0,74%, enquanto as ações ordinárias da companhia (PETR3) cedem 1,10%.

A Vale (VALE3), por sua vez, cai 0,85% hoje (26), apesar da alta do minério de ferro lá fora, e está cotada a R$ 71,45.

As 3 principais altas do Ibovespa desta sessão ficam com Carrefour (CRFB3), que dispara 7,3%, Méliuz (CASH3), que sobe 3,6%, e Telefônica Brasil (VIVT3), que avança 3,07%. A Copel (CPLE6) tem alta de 4,11%, após iniciar oferta de ações mesmo sem aval do TCU para operação.

Nas quedas do Ibovespa hoje, os 3 principais destaques são MRV (MRVE3), Cogna (COGN3) e Locaweb (LWSA3), que recuam 3,75%, 2,62% e 1,68%.

No exterior, as Bolsas de Nova York registram leve baixa:

  • Dow Jones: -0,11%
  • S&P500: -0,16%
  • Nasdaq: -0,08%

Maiores altas do Ibovespa hoje

Fitch eleva rating do Brasil e lista os motivos disso

A Fitch Ratings aumentou o rating soberano brasileiro, que passou de BB- para BB, tendo uma perspectiva estável, conforme comunicado nesta quarta-feira (26).

A mudança no rating do Brasil teve como base o desempenho macroeconômico e fiscal, que superou as expectativas, além da adoção de reformas e de políticas proativas. A Fitch também espera que o governo brasileiro traga alguns aprimoramentos adicionais.

Outra projeção da Fitch Ratings é de que o resultado primário do Brasil fique dentro do intervalo estabelecido no novo arcabouço fiscal, de 0% e 0,5% do PIB em 2024 e 2025, respectivamente.

Com isso, a relação dívida/PIB poderia se elevar para 75% no ano de 2023, com uma taxa menor em relação às estimativas anteriores.

Além disso, a Fitch Ratings destaca a diversificação e tamanho da economia brasileira, dizendo que ela possui uma capacidade de absorver choques, em razão de sua taxa de câmbio flexível e de suas robustas reservas internacionais, que estão na casa dos US$ 346 bilhões.

Minério de ferro sobe novamente com promessas de estímulo da China

O minério de ferro avançou nesta quarta-feira (26), em meio a tomada de decisão da China em adotar novas medidas de estímulo para a economia, apesar da continuidade dos receios quanto à demanda por aço.

Os contratos futuros do minério de ferro com maior liquidez para setembro subiram 1,8% na Bolsa de Dalian, cotados a 866,0 iuanes por tonelada, o que representa US$ 121,09. Além disso, os futuros da commodity tiveram alta de 0,4% na Bolsa de Cingapura, a US$ 113,6 por tonelada.

Em meio a lenta recuperação da economia chinesa após a pandemia, os líderes mais relevantes do país garantiram nesta segunda (24) que vão adotar medidas visando acelerar esse crescimento, sobretudo na demanda doméstica.

O National Australia Bank disse por meio de nota que “a reunião do Politburo continha a indicação mais forte até o momento de políticas de estímulos significativas nos trabalhos destinados a impulsionar a atividade econômica na China”.

Ibovespa nesta terça (25)

O Ibovespa terminou o pregão desta terça-feira (25) com uma valorização de 0,55%, aos 122.007,77 pontos.

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João Vitor Jacintho

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