Ações abaixo de R$ 1: EspaçoLaser (ESPA3) terá que corrigir cotação dos papéis
Com as ações negociando abaixo de R$ 1, a EspaçoLaser (ESPA3) terá que adotar medidas para o reenquadramento do valor da cotação dos papéis até o dia 18 de março deste ano.
Na noite de ontem (7), a companhia informou que a B3 identificou, desde 19 de dezembro de 2025, que os ativos estão oscilando e ficando na casa dos centavos em alguns pregões.
Desta forma, a EspaçoLaser deve adotar medidas para garantir que os papéis voltem a um patamar superior a R$ 1, o que pode ocorrer por meio de um agrupamento de ações, por exemplo.
De acordo com a B3, caso a cotação dos papéis permaneça, de forma ininterrupta, em valor igual ou superior a R$ 1 por 30 pregões seguidos, entre 6 de janeiro a 18 de fevereiro, o possível desenquadramento será sanado.
Relembre o regulamento da B3, que afeta a EspaçoLaser (ESPA3)
De acordo com o regulamento da bolsa de valores brasileira, as ações negociadas devem operar acima de R$ 1 para evitar distorções ou volatilidade excessiva.
Afinal, as penny stocks, como são chamadas as ações que operam abaixo deste patamar, possuem variações exageradas e uma pequena movimentação pode fazer com que os papéis caiam ou subam de forma excessiva.
Ao operar abaixo deste patamar, a B3 notifica as companhias e dá um prazo para que as empresas possam se adequar ao regulamento, como ocorre com a EspaçoLaser (ESPA3). Caso a empresa não tome as medidas necessárias, os papéis podem ser impedidos de negociar ou até mesmo excluídos da bolsa de valores.