Grana na conta

ESG na veia: Ser Educacional (SEER3) inaugura usina solar em Pernambuco, diz jornal

A Ser Educacional (SEER3) investiu R$ 4,5 milhões na construção de uma usina solar ao lado do campus de Caruaru da Centro Universitário Maurício de Nassau (Uninassau), em Pernambuco, segundo o Broadcast. Nos próximos dias, o empreendimento será conectado à rede da Neoenergia (NEOE3).

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A usina solar da Ser Educacional tem uma capacidade instalada de 2 megawatts (MW), ocupando um terreno de 13,4 mil m². Com a adesão à geração distribuída, as unidades da companhia em Pernambuco vão receber créditos nas tarifas de energia.

A Ser pretende que outras unidades sigam pelo mesmo caminho, como o Centro Universitário São Francisco de Barreiras, na Bahia, e a Faculdade de Juazeiro do Norte, no Ceará, com painéis fotovoltaicos em seus telhados. A expectativa é de que esses sistemas somem 500 quilowatts (kW) e sejam conectados até o fim de 2022.

A data é importante para os planos da Ser Educacional. Isso porque o objetivo do Grupo é que os painéis solares se enquadrarem entre os empreendimentos que terão direito aos subsídios garantidos pelo Marco Legal da Geração Distribuída. Para isso, eles precisam estar conectados até janeiro de 2023.

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Entre os benefícios que o Grupo está interessado, o principal é o desconto de 50% no pagamento pelo uso dos sistemas de distribuição, além de outros subsídios em encargos setoriais.

“Pretendemos fazer em 2022, até setembro, para termos direito aos benefícios da lei que foi aprovada recentemente, porque são apenas 12 meses. Se o prazo fosse maior, faríamos mais”, disse Jânyo Diniz, CEO da Ser Educacional, ao Broadcast.

De olho em fontes renováveis

Além da geração própria de energia por meio da usina solar e das placas fotovoltaicas, a Ser Educacional aposta na compra de energia no mercado livre.

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Fontes solar e eólica são as escolhas do Grupo para abastecer as unidades que não terão o consumo de eletricidade atendido pela geração distribuída e que estejam enquadradas nos limites de carga de 500 kW para migração.

Atualmente o consumo de energia representa 3% dos custos da Ser Educacional, que desembolsou R$ 18 milhões para pagar contas de luz em 20211. Desse montante, R$ 9,4 milhões (52%) foi adquirido no mercado cativo e R$ 8,6 milhões (48%) no mercado livre, informa o Broadcast.

Última cotação da Ser Educacional

As ações da Ser Educacional fecharam em queda de 1,31% no pregão desta quarta-feira (26), com os papéis valendo R$ 11,31.

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Monique Lima

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