Eletrobras (ELET3) reduz participação na AES Brasil (AESB3)

A Eletrobras (ELET3) informou a redução de sua participação acionária detida na AES Brasil (AESB3), conforme comunicado divulgado nesta sexta-feira (25).

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Assim, a participação da Eletrobras na companhia passou a ser de 27.827.009 ações ordinárias, representando aproximadamente 4,62% do total de ações ordinárias emitidas pela AES Brasil.

A Eletrobras informou, ainda, que as operações realizadas não objetivam alterar a composição do controle acionário ou a estrutura administrativa da AES Brasil.

Eletrobras (ELET3) inicia estudos para avaliar integração de Furnas

Na última terça-feira (22), a Eletrobras informou que iniciou os estudos preliminares para avaliar a possibilidade de integração das operações entre a companhia e a sua subsidiária integral Furnas.

Em fato relevante, a elétrica informou que tal medida faz parte da iniciativa de simplificação da estrutura societária e de governança prevista em seu Planejamento Estratégico.

Atualmente, a Eletrobras possui cinco subsidiárias:

  • Companhia Hidro Elétrica de São Francisco (Chesf);
  • Companhia de Geração e Transmissão de Energia Elétrica do Sul do Brasil (CGT Eletrosul);
  • Furnas – Centrais Elétricas (Furnas);
  • Centrais Elétricas do Norte do Brasil (Eletronorte);
  • Eletrobras Participações (Eletropar).

O parque gerador de Furnas conta com 22 usinas hidrelétricas, sendo 10 próprias, 2 em parceria com outras empresas, 9 em regime de participação em Sociedades de Propósito Específico (SPEs) e 1 concessão temporária. Além disso, possui 2 termelétricas e 1 complexo eólico próprios.

Estes empreendimentos somam mais de 18 mil MW de potência instalada, dos quais Furnas detém cerca de 12 mil MW.

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Eletrobras contrata Morgan Stanley para vender térmicas, diz site

Segundo informações do Pipeline na última terça-feira (22), a elétrica contratou o banco americano Morgan Stanley para encontrar compradores para suas térmicas, dando início ao processo para desinvestimento dos ativos a gás.

A elétrica já tinha sinalizado ao mercado a intenção de desinvestimento e, em julho, informou que iria começar a estruturar o lançamento da venda, diz a publicação.

Ainda segundo fontes informaram ao Pipeline, o plano da Eletrobras é se tornar referência em energia limpa e, ainda que em tensão com o governo e com a troca de comando, a administração segue com seu planejamento de descarbonização.

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Giovanni Porfírio Jacomino

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