Dividendos do RZAK11 têm yield de 1,33%; veja pagamento

Os dividendos do RZAK11 referentes a agosto de 2026 foram confirmados no valor de R$ 1,05 por cota, com pagamento marcado para 22 de setembro. A informação foi divulgada pela gestão do fundo.

Terão direito os investidores posicionados ao fim do pregão de 15 de setembro, data de corte informada pela gestão. Essa definição estabelece a base de cotistas aptos a receber o repasse.

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Considerando a cotação de R$ 78,90 no fechamento de agosto, o montante equivale a um dividend yield aproximado de 1,33%. Os rendimentos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que atendidos os requisitos legais, e serão creditados de forma automática aos titulares.

Dividendos do RZAK11 e cronograma de pagamento

A distribuição de R$ 1,05 por cota refere-se ao desempenho de agosto de 2026 e será repassada em 22 de setembro. O valor por cota seguirá para as contas indicadas nas corretoras, conforme cadastro de cada investidor.

A data de corte em 15 de setembro delimita quem participa dessa distribuição específica. Operações realizadas após esse dia não alteram a elegibilidade definida para o pagamento.

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Como está a carteira do fundo

O relatório gerencial de julho de 2026 traz o quadro mais atualizado da carteira. Naquele mês, a alocação passou por ajustes pontuais, com destaque para a entrada de um CRI da Moura Dubeux no portfólio.

Esse CRI apresenta risco corporativo da companhia, é lastreado por antecipação de recebíveis condominiais e oferece remuneração de CDI + 1,10% ao ano. Segundo a gestão, novas operações estavam em estruturação para eventual inclusão.

Ao fim de julho, 99,07% do patrimônio líquido encontrava-se alocado, sem utilização de alavancagem por compromissadas reversas. A carteira era composta majoritariamente por CRIs, que somavam 77%, enquanto os demais 23% estavam distribuídos em fundos imobiliários.

Esse nível de alocação indica que apenas uma parcela residual permanecia em caixa ou equivalentes. A ausência de compromissadas reversas aponta para uma estratégia sem alavancagem naquele momento.

Indexadores e teses do portfólio

Por indexador, o IPCA concentrava 49,87% do portfólio, seguido do CDI, com 36,37%, do INCC, com 11,37%, e dos prefixados, com 1,97%. Essa combinação expõe a carteira a diferentes dinâmicas de atualização monetária.

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Na classificação por tese, as maiores fatias eram financiamento de projetos, com 35,57%, e carteira estática, com 27,84%. As demais posições se distribuíam entre estratégias complementares, conforme a política do fundo.

Redação Suno Notícias

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