FII divulga dividendos com retorno de 1,27% ao mês

Os cotistas do fundo imobiliário RECT11 vão receber R$ 0,45 por cota em dividendos referentes a julho de 2026. O pagamento dos dividendos do RECT11 segue o cronograma do fundo para o período, mantendo as condições informadas ao mercado.

O valor anunciado é isento de Imposto de Renda para pessoas físicas. Têm direito ao pagamento os investidores posicionados no fundo até 7 de agosto de 2026, data-base do rendimento. O crédito está previsto para 14 de agosto, conforme comunicado.

Considerando a cotação de fechamento de julho, que foi de R$ 35,33, o dividend yield mensal calculado para esse dividendo é de 1,27%. A relação reflete o preço de mercado no encerramento do mês e o montante distribuído por cota.

Calendário e valores dos dividendos do RECT11

O fundo definiu a distribuição de R$ 0,45 por cota referente a julho de 2026, com data-base em 7 de agosto de 2026. O crédito aos investidores está programado para 14 de agosto, mantendo a prática de informar previamente as datas de pagamento.

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O rendimento é isento de Imposto de Renda para pessoas físicas, conforme regra usual aplicável a esse tipo de distribuição. O cálculo do dividend yield mensal de 1,27% considera a cotação de R$ 35,33 no fechamento de julho, parâmetro utilizado para mensurar o retorno do mês.

Carteira corporativa e padrão do RECT11

A carteira do fundo imobiliário RECT11 apresenta concentração relevante em dois empreendimentos. O Canopus Corporate representa 28,2% da área bruta locável, seguido de perto pelo Barra da Tijuca Corporate, com 27,4%. Juntos, os dois ativos reúnem mais da metade da ABL total do portfólio.

Os demais imóveis completam a composição com participações menores: Evolution Corporate (17,6%), Parque Ana Costa (8,3%), Corporate Emiliano (7,0%), Parque Cidade (6,3%) e Complexo Madeira (5,2%). A distribuição reflete um portfólio corporativo com múltiplas praças e locatários.

No padrão construtivo, 64% da ABL está classificada como AA. Os imóveis AAA somam 24% e os de classe A, 12%. Esse perfil posiciona o FII RECT11 no segmento de lajes de alto padrão, combinando características técnicas de qualidade e especificações típicas do mercado corporativo.

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Ocupação, contratos e reajustes do RECT11

A taxa de ocupação dos imóveis é de 92,8%, o que corresponde a uma vacância de 7,2%. Toda a receita do fundo é proveniente de contratos típicos de locação, formato que dá previsibilidade aos fluxos de recebimento.

Na indexação, o IPCA predomina e corrige 63% da receita imobiliária, enquanto os 37% restantes estão atrelados ao IGP-M. Os vencimentos de reajuste se distribuem ao longo do ano, com maior concentração no segundo semestre.

Dezembro lidera o calendário, com 21,2% da área bruta locada sujeita a reajuste, seguido por março (16,4%) e outubro (15,7%). Os demais meses aparecem com participações menores: agosto (8,9%), setembro (7,7%), novembro (7,2%), maio (6,4%), junho (5,9%), janeiro (4,7%), fevereiro (3,3%), julho (1,6%) e abril (1,0%). Essa distribuição confere previsibilidade aos reajustes de receita do RECT11.

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Redação Suno Notícias

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