Bolsonaro comemora corte na Selic: ‘Nunca se sonhava em ter essa taxa’

Bolsonaro comemora corte na Selic: ‘Nunca se sonhava em ter essa taxa’
Jair Bolsonaro (divulgação)

O presidente Jair Bolsonaro falou, em uma live realizada em uma de suas redes sociais, sobre o novo corte de 0,75% feito pelo Copom na taxa básica de juros (Selic), que se encontra em 2,25% ao ano. “Nunca se sonhava em ter essa taxa o Brasil”, afirmou o mandatário em um tom positivo. A fala foi proferida na última quinta-feira (18).

Bolsonaro também disse que a economia do País está “indo muito bem”, dentro das circunstâncias atuais. “Ontem a taxa Selic foi para 2,25%, nunca se sonhava em ter essa taxa no Brasil. Não entendo quase nada de economia, mas, apesar dos problemas que o mundo enfrenta, vai indo muito bem, sob liderança do Paulo Guedes”, disse o presidente.

Em sua live, o mandatário também fez elogios aos presidentes da Caixa, Banco do Brasil e Banco Central pela condução das medidas durante este período de crise, provocado pela pandemia de coronavírus.

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu pelo corte da Selic em 0,75%, na última quarta-feira (17). Com o novo corte, a taxa passou de 3% para 2,25% ao ano, atingindo uma nova mínima histórica.

Bolsonaro garante 3° parcela do auxílio emergencial, mas cita endividamento

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na última quinta-feira (18), durante sua live semanal, que tem como objetivo estender o pagamento do auxílio emergencial por mais dois meses, mas destacou que o endividamento do País está grande.

“Nós precisamos da colaboração de todo mundo para que essa terceira parcela (do coronavoucher) se pague, não vai ter problema, está garantida. Pretendemos ter a quarta e quinta parcela também. Alguns acham que precisa ser de R$ 600, tudo bem, mas o nosso endividamento está enorme”, disse o mandatário.

Além disso, ao solicitar cooperação para estender o auxílio emergencial,  Bolsonaro também comentou sobre o corte na taxa básica de juros (Selic), e considerou o resumo como um progresso.

Juliano Passaro

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