Bolsas asiáticas: com China fechada, Japão é destaque; Europa tem leves altas

As bolsas asiáticas encerraram os negócios desta sexta-feira (09) em alta marginal, acompanhando leves ganhos em Wall Street, em meio a feriados que mantiveram os mercados fechados em várias partes da Ásia.

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Esse cenário pode influenciar nas negociações do Ibovespa hoje. Na quinta-feira (08), o índice fechou em queda de 1,33%, aos 128.216,92 pontos.

Na China continental, assim como em Hong Kong, Taiwan e Coreia do Sul, os mercados não operaram hoje devido a feriados de ano novo.

Já o índice japonês Nikkei subiu 0,09% em Tóquio, a 36.897,42 pontos, nova máxima em 34 anos, sustentado por ações de empresas que divulgaram balanços positivos, caso de Daifuku (+13%) e SoftBank Group (+8,7%). Ao longo da semana, o Nikkei acumulou alta de 1,31%.

Na Oceania, a bolsa australiana ficou no azul pelo terceiro pregão seguido, com ganhos liderados pelo setor de tecnologia. O S&P/ASX 200 avançou 0,07% em Sydney, a 7.644,80 pontos. Na semana, porém, o índice registrou perda de 0,71%.

O contido apetite por risco na região da Ásia e do Pacífico veio após as bolsas de Nova York subirem levemente ontem, com novos recordes de fechamento do Dow Jones e do S&P 500.

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Europa tem leve alta

As bolsas europeias oscilam perto da estabilidade na manhã desta sexta-feira, buscando direção após dados da inflação alemã e em meio a incertezas sobre a trajetória dos juros na região e também nos EUA.

Confira o desempenho dos índices por volta das 07h30:

  • Londres (FTSE100): +0,11% a 7.603 pontos
  • Frankfurt (DAX): +0,12% a 16.938 pontos
  • Paris (CAC 40): -0,01% a 7.664 pontos
  • Madrid (Ibex 35): +0,04% a 9.909 pontos
  • Europa (Stoxx 50): +0,10% a 4.715 pontos

Mais cedo, pesquisa do Destatis confirmou que a taxa anual de inflação ao consumidor (CPI) da Alemanha desacelerou significativamente em janeiro, fator que aumenta a probabilidade de um corte de juros na zona do euro mais adiante.

Nos últimos dias, autoridades do Banco Central Europeu (BCE) demonstraram cautela em relação ao comportamento da inflação no bloco, sinalizando que é preciso aguardar mais antes começar a reduzir juros.

A mesma dúvida persiste em relação à política monetária dos EUA. Segundo monitoramento do CME Group, há chance apenas ligeiramente maior de 50% de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) anuncie seu primeiro corte de juros em maio. Lá também, dirigentes dizem que é preciso acompanhar mais dados de inflação antes de se considerar um eventual relaxamento do aperto monetário.

A agenda de hoje prevê discursos do dirigente do BCE Piero Cipollone e da presidente da distrital do Fed em Dallas, Lorie Logan.

*Com informações de Dow Jones Newswires e Estadão Conteúdo

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Guilherme Serrano Silva

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