Fundo imobiliário define 5ª emissão com alvo de R$ 120 milhões
O fundo imobiliário TSER11 aprovou os termos da quinta emissão de cotas em assembleia de 18 de março de 2026, com captação inicial estimada em R$ 120 milhões. A oferta será primária, sob regime de melhores esforços, e direcionada exclusivamente a investidores profissionais, conforme a regulamentação aplicável. O montante poderá ser ajustado conforme a demanda, preservando a disciplina financeira do processo.
A estrutura prevê volume mínimo de captação de R$ 5 milhões, equivalente à colocação de ao menos 51.648 novas cotas. Caso esse patamar não seja alcançado, a emissão do FII TSER11 será automaticamente cancelada, protegendo a viabilidade econômica da operação. Ao todo, o plano inicial contempla até 1.239.549 novas cotas, número que poderá variar conforme a procura.
O preço de emissão do fundo imobiliário TSER11 foi fixado em R$ 96,81 por cota, com base no valor patrimonial apurado em 31 de janeiro de 2026. Incidirá adicionalmente uma taxa de distribuição primária de 0,03% por cota (R$ 0,03), destinada a cobrir custos operacionais e a remuneração do coordenador. Essa estrutura não gera custos extras aos atuais cotistas, uma vez que as despesas estão embutidas na taxa.
A BRL Trust atuará como coordenadora líder da oferta do fundo TSER11, centralizando a estruturação e a distribuição dos papéis. A operação poderá contar com o apoio de outras instituições financeiras, ampliando o alcance junto ao público-alvo. Não há investimento mínimo exigido, conferindo flexibilidade de adesão aos investidores profissionais.
As novas cotas emitidas terão os mesmos direitos das atualmente em circulação, em linha com o regulamento do fundo. Diferentemente de rodadas anteriores, não haverá direito de preferência aos cotistas existentes nesta emissão, decisão que visa dar celeridade e eficiência ao processo.
O prazo máximo para colocação das cotas é de até 180 dias a partir do anúncio de início da distribuição. Os recursos captados pelo fundo imobiliário TSER11 serão direcionados à aquisição de ativos, seguindo a política do gestor, com foco em expansão e diversificação do portfólio, buscando potencializar renda e resiliência do veículo.