Pingando na conta: FIIs pagam proventos nesta quinta; veja valores

Os fundos imobiliários iniciaram a quinta-feira (26) com distribuição de proventos a seus cotistas. Dois FIIs confirmaram pagamentos: BROF11 e CPSH11, ambos com datas e valores já definidos para crédito nas contas dos investidores. A rotina de distribuição reforça a previsibilidade de fluxo de caixa buscada por quem investe na classe, ainda que os rendimentos possam oscilar conforme o desempenho da carteira.

O BROF11 anunciou a distribuição de R$ 0,56 por cota, com “data com” em 19/02/2026 e período de referência de janeiro. O dividend yield (DY) do mês é de 0,89%, enquanto o DY acumulado em 12 meses alcança 10,54%. Trata-se de um fundo de tijolo com foco em lajes corporativas, sob gestão do BTG Pactual. No ano, o total de proventos pagos pelo BROF11 soma R$ 1,11, oferecendo um panorama de consistência recente nos repasses.

https://files.sunoresearch.com.br/n/uploads/2026/02/Artigos-e-Noticias-Banner-Home-artigos-02-Desktop_-1420x240-1-png.webp

Já o CPSH11 pagará R$ 0,11 por cota, também com “data com” em 19/02/2026 e referência de janeiro. O DY mensal é de 1,03% e o DY de 12 meses registra 11,99%. O fundo opera como veículo misto e também é administrado pelo BTG Pactual. As distribuições acumuladas do CPSH11 no período chegam a R$ 0,22, refletindo um portfólio diversificado em suas estratégias de alocação.

Conforme a regulamentação, os fundos imobiliários devem repassar ao menos 95% do resultado apurado pelo regime de caixa no semestre. Na prática, a maioria dos FIIs opta por pagamentos mensais, o que favorece o investidor que busca renda recorrente. Essa periodicidade, contudo, não impede variações nos valores distribuídos.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/DT-PS-HOME-DE-ARTIGOS-1420x240-ID_01_x1.jpg

Os rendimentos são depositados diretamente na conta da instituição financeira do investidor. Para pessoas físicas, há isenção de Imposto de Renda nos proventos, desde que o fundo cumpra os requisitos legais. Entre eles, pulverização mínima de cotistas e negociação exclusiva em bolsa ou mercado de balcão organizado estão entre os mais conhecidos.

Especialistas da SUNO Research reforçam a importância de planejamento financeiro, reservas de emergência e ausência de dívidas antes de ampliar a exposição em FIIs. Como ativos de renda variável, os fundos podem sofrer volatilidade tanto nas cotações quanto nos proventos, tornando essencial a avaliação de risco, qualidade dos imóveis, contratos e gestão.

Em síntese, os fundos imobiliários BROF11 e CPSH11 mantêm o calendário de repasses, com valores alinhados ao perfil e à estratégia de cada carteira. Esta publicação não constitui recomendação de investimento.

Redação Suno Notícias

Compartilhe sua opinião