5G estreia em São Paulo nesta quinta-feira (4)

Após os trâmites regulatórios e o leilão, o 5G estreia nesta quinta-feira (4) na cidade de São Paulo, sendo a quinta capital do país a receber a tecnologia.

Anteriormente o 5G já estava disponível em Brasília, Belo Horizonte, João Pessoa e Porto Alegre. A expectativa é de que As próximas cidades a receber o 5G devem ser Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO) e Salvador (BA).

Nessa primeira fase, a estimativa é que o 5G em SP, cubra cerca de 25% da área urbana da cidade, com concentração na região da Avenida Paulista e do Itaim Bibi, ao passo que o Brás e a Mooca terão uma cobertura menor neste primeiro momento.

São Paulo só recebeu o 5G agora, apesar de ser a maior metrópole do país, por conta de ter que ficar no aguardo de um aval da Agência Nacional de Comunicações (Anatel).

Segundo as regras do edital, seriam necessárias, no mínimo, 462 estações ativadas até o dia 29 de setembro.

O órgão regulador avaliava o crescimento do espaço por onde passam as ondas do 5G.

Isso pois, em caso de erros de trajeto, o sinal do 5G pode vir a atrapalhar TVs parabólicas, por exemplo – utilizadas por cerca de 10 milhões de pessoas no Brasil.

A expectativa é de que, com a ampliação da tecnologia, os usuários possam ter maior velocidade de conexão à internet, menos latência e menor gasto de bateria dos aparelhos conectados.

São cerca de 61 modelos de smartphones que podem receber a tecnologia, incluindo as marcas Apple (AAPL34), Samsung, Asus, Motorola, Nokia, TCL, Xiaomi e Positivo.

Entenda os tipos de 5G

Vale lembrar que o sinal do não é equânime. Existem, atualmente, três tipos:

  • DSS, que usa a infraestrutura e faixas de frequências do 4G para oferecer internet mais rápida
  • NSA, ou Non Standalone, que usa a frequência de 5G, porém com núcleo da rede 4G (nesse caso, a velocidade é rápida, porém as reduções de latência não são verificadas)
  • SA, ou Sandalone, que é considerado a rede totalmente 5G, com as vantagens de velocidade e latência.

A estimativa é que todas as cidades brasileiras tenham redes híbridas, de mais de um tipo. A expectativa é que sejam 5G NSA e 5G SA (na frequência de 3,5 GHz).

Eduardo Vargas

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