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XPPR11 lidera quedas mais uma vez e IFIX cai pela 6ª vez seguida

XPPR11 lidera quedas mais uma vez e IFIX cai pela 6ª vez seguida
IFIX hoje. Foto: Pixabay

O IFIX, principal índice de fundos imobiliários da bolsa de valores brasileira (B3), terminou a sessão de hoje em queda de 0,05%, aos 2.791 pontos. Assim, registrou sua 6ª queda diária consecutiva, com uma sequência de baixas que se iniciou no dia 22 de junho.

A cotação do IFIX alcançou sua máxima aos 2.799 pontos, enquanto a mínima atingida foi de 2.790 pontos. A queda do índice de FIIs foi impulsionada novamente pela desvalorização do fundo imobiliário XP Properties (XPPR11), que teve uma variação de -2,95%. O FII Pátria Logística (PATL11) foi o segundo colocado nas quedas de hoje, com desempenho de -1,94%.

Já nas altas da sessão, se destacou o fundo imobiliário Brazilian Graveyard and Death Care Services (CARE11), que apresentou uma valorização de 2,18%. Enquanto isso, o fundo Rio Bravo Fundo de Fundos (RBFF11) subiu 2,11%. Também foi destaque o FII Bluemacaw Logística (BLMG11), que teve uma alta de 1,57%, impactando positivamente o IFIX hoje.

Veja como ficou as 5 maiores altas e baixas do pregão:

Maiores altas do IFIX

Os 5 primeiros colocados entre as altas da sessão foram:

  • CARE11: +2,18%
  • RBFF11: +2,11%
  • BLMG11: +1,57%
  • HGCR11: +1,42%
  • HGFF11: +1,36%

Maiores baixas do IFIX

Enquanto isso, as 5 maiores desvalorizações do dia foram:

  • XPPR11: -2,95%
  • PATL11: -1,94%
  • URPR11: -1,74%
  • BRCR11: -1,24%
  • HGRE11: -1,20%

Entre os dividendos distribuídos hoje, está inserido apenas o fundo imobiliário Bradesco Carteira Imobiliária Ativa (BCIA11), com pagamento de R$ 0,74 por cota. O FII faz parte da carteira do IFIX, com uma quantidade teórica de 3.719.038, correspondente a um percentual de 0,287%.

IGP-M fica abaixo do esperado, com alta de 0,59% no mês de junho

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) do mês de junho foi anunciado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quarta-feira (29). O resultado foi um aumento de 0,59%, o que representa uma aceleração na comparação com o mês de maio, quando o crescimento do IGP-M foi de 0,52%.

Apesar disso, esse percentual ficou abaixo do esperado pelo mercado, através do consenso Refinitiv, que estimava um avanço do índice de 0,69%. Com esse novo resultado, o IGP-M acumula nos últimos 12 meses um crescimento de 10,70%.

No começo desta semana, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) anunciou que o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) teve um aumento de 2,81% no mês de junho. Isso ocorre após uma alta de 1,49% em maio, representando assim uma aceleração no índice inflacionário. O índice acumula um avanço de 11,75% nos últimos 12 meses, frente aos 11,20% que havia se acumulado no mês anterior para este período.

Um dos fatores que trouxeram uma aceleração ao INCC-M foi o encarecimento da mão de obra, que teve um avanço de 4,37% em junho, perante os 1,43% obtidos em maio. O índice de Materiais, Equipamentos e Serviços desacelerou para 1,40%, Materiais e Equipamentos para 1,58% e Serviços reduziu aos 0,50%.

O avanço do IGP-M, que também é conhecido como “inflação do aluguel”, pode impactar o gráfico do IFIX, já que parte dos contratos dos fundos são corrigidos por ele.

Redação Suno Notícias

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