AAZQ11 anuncia R$ 0,925 por cota; pagamento em 15/6/2026
O Fiagro AAZQ11 confirmou a distribuição de R$ 0,925 por cota, conforme comunicado oficial ao mercado. Investidores com posição até o fim das negociações desta sexta-feira (29) terão direito ao recebimento. O pagamento está agendado para 15 de junho de 2026 e, considerando a cotação atual, o provento indica dividend yield próximo de 1,15%. Para pessoa física, a distribuição segue isenta de IR, desde que atendidos os requisitos legais.
Em abril, o fundo preservou a distribuição mensal de R$ 0,105 por cota, resultando em dividend yield mensal ao redor de 1,24% e rentabilidade anualizada estimada em 16,8%. A administração destacou que o desempenho correspondeu a cerca de 115% do CDI no período, refletindo a resiliência do portfólio em cenário de juros elevados.
CRAs representam 67,5% da alocação
A composição da carteira manteve-se estável, com foco em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs), que representam aproximadamente 67,5% da alocação total. Os Fiagros de direitos creditórios (FIDCs do agronegócio) compõem perto de 26,9%, reforçando a estratégia de crédito estruturado no setor. A alocação seguiu próxima de 99% do patrimônio líquido.
A gestão informou que a taxa ponderada líquida de carrego do portfólio permaneceu ao redor de CDI + 2,60% ao ano, já descontados tributos e tarifas. Em termos brutos, a taxa média de carrego ficou em aproximadamente 3,84%, sinalizando consistência na geração de caixa dos ativos, mesmo com movimentações pontuais previstas em calendário.
Sem mudanças relevantes no perfil de risco
No mês, o fundo realizou somente amortizações parciais de operações já contratadas, sem mudanças relevantes no perfil de risco. Essa disciplina operacional contribuiu para a manutenção do fluxo de rendimentos e do patamar de distribuição observado ao longo do período.
Ao final de abril, o AAZQ11 reportou lucro próximo de R$ 1,5 milhão, sustentado pela elevada taxa de alocação e pela estabilidade dos ativos. A administração reiterou o compromisso com a eficiência do portfólio e com a regularidade das distribuições, preservando a atratividade do veículo para o investidor de renda.