Suno Asset anuncia proventos e nova captação do SNAG11

A Suno Asset anunciou o pagamento de proventos dos seus fundos referentes ao período de fevereiro, com data-com em 13 de março de 2026. Os investidores posicionados até o fim do pregão nessa data farão jus às distribuições, que serão creditadas em 25 de março, conforme calendário da administradora. O comunicado reforça a regularidade de rendimentos entre veículos de crédito, energia, imobiliário e agronegócio.

Entre as distribuições, o Fiagro SNAG11 informou pagamento de R$ 0,15 por cota, equivalente a dividend yield mensal de aproximadamente 1,32% e 17,65% ao ano na projeção anualizada. O fundo mantém estratégia focada em créditos do agronegócio, priorizando CRAs e títulos de financiamento setorial para sustentar o fluxo de receitas.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/Banner-Materias-01-Dkp_-1420x240-1.png

O fundo de energia SNEL11 definiu R$ 0,10 por cota, com yield mensal de cerca de 1,17% e 14,92% anualizado. A carteira abrange ativos de geração distribuída solar, cuja tese busca receitas previsíveis por meio da comercialização de energia. Já o Fiagro SNFZ11 também distribuirá R$ 0,10 por cota, apontando dividend yield mensal de aproximadamente 1,02%, lastreado em propriedades agrícolas e contratos de arrendamento rural.

Outros veículos acompanharam o movimento. O SNME11 confirmou R$ 0,10 por cota, enquanto o fundo de infraestrutura SNID11 pagará R$ 0,13 por cota, o que representa yield mensal de cerca de 1,17%. Nos maiores valores absolutos, o SNFF11 distribuirá R$ 0,72 por cota, e o fundo de crédito imobiliário SNCI11 anunciou R$ 1,00 por cota, com dividend yield mensal próximo de 1,12%.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/DT-PS-HOME-DE-ARTIGOS-1420x240-ID_01_x1.jpg

Projeções e captação do SNAG11

O SNAG11 abriu sua quinta emissão de cotas, por oferta pública ao varejo, visando captar até R$ 618,9 milhões. Serão 60.740.353 novas cotas, com possibilidade de distribuição parcial. O preço de emissão foi fixado em R$ 10,19 por cota, calculado com base no patrimônio líquido contábil, acrescido de taxa de distribuição de R$ 0,31, totalizando subscrição de R$ 10,50.

A taxa de distribuição cobre custos da operação, incluindo coordenação, registros em órgãos reguladores, publicações e demais despesas. A alocação dos recursos pretende ampliar a carteira de créditos do agronegócio e fortalecer a geração de caixa dos veículos.

Como ocorre com a maioria dos fundos imobiliários e Fiagros listados na B3, as distribuições são isentas de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que atendidos os requisitos previstos na legislação vigente. Esse benefício tributário ajuda a sustentar a atratividade dos rendimentos periódicos.

Redação Suno Notícias

Compartilhe sua opinião