O fundo imobiliário RBRX11 apurou resultado distribuível de R$ 12,700 milhões em junho, alta de 81,3% frente a maio. O avanço foi sustentado por receitas de CRIs de R$ 6,059 milhões, enquanto as despesas totalizaram R$ 1,427 milhão no período.
O rendimento anunciado foi de R$ 0,09 por cota, nível alinhado à média dos últimos 12 meses. O resultado caixa do mês também ficou em R$ 0,09 por cota, composto por receitas recorrentes de R$ 0,05 (R$ 0,04 de CRIs e R$ 0,01 de FIIs) e por R$ 0,05 de receitas extraordinárias, vindas de resultados destravados em estruturas de CRIs e FIIs private placement.
Para completar a distribuição, houve utilização de R$ 0,01 por cota de reserva, o que deixou o saldo acumulado em R$ 0,02 por cota ao fim de junho.
Sobre a cotação de fechamento de R$ 8,07, o provento corresponde a um dividend yield mensal de 1,12%, ou 13,4% anualizado. Considerando a cota patrimonial de R$ 9,33, o yield anualizado é de 11,6%. Os proventos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, conforme a legislação aplicável.
Resultados e rendimentos do RBRX11
O desempenho operacional do mês refletiu a geração de resultado distribuível de R$ 12,700 milhões, com efeito direto das receitas de CRIs no montante de R$ 6,059 milhões. As despesas de R$ 1,427 milhão mantiveram-se controladas no comparativo mensal, contribuindo para a expansão de 81,3% do resultado frente ao mês anterior.
Na ótica do cotista, o rendimento de R$ 0,09 por cota preservou a trajetória dos últimos 12 meses. O resultado caixa de R$ 0,09 por cota combinou R$ 0,05 de receitas recorrentes — predominantemente CRIs (R$ 0,04) e FIIs (R$ 0,01) — e R$ 0,05 de receitas extraordinárias, oriundas de destravamentos em estruturas de CRIs e FIIs private placement. A reserva de R$ 0,01 por cota utilizada para sustentar a distribuição deixou saldo de R$ 0,02 por cota ao término de junho.
Pelos preços de mercado de R$ 8,07, o dividend yield foi de 1,12% no mês, equivalente a 13,4% em base anualizada. À luz da cota patrimonial de R$ 9,33, o yield anualizado ficou em 11,6%. A renda distribuída permanece isenta de Imposto de Renda para pessoas físicas dentro das condições legais.
Movimentações da carteira e alocação
A estratégia do fundo segue direcionada a ampliar a exposição direta a CRIs para 50% do portfólio. Em junho, os ativos-alvo representaram 97,86% do patrimônio, distribuídos entre FIIs (55,6%), CRIs (40,2%), caixa (2,1%) e imóveis e SPEs (2,1%).
No mês, houve reforço na posição do CRI Pernambuco III My Beach em R$ 4,0 milhões e integralização de R$ 9,4 milhões no CRI Dall, contratado a CDI + 4,50% ao ano. A parcela de FIIs, que responde por 55,6% do patrimônio, é majoritariamente formada por private placement performados, com 59% dessa alocação, seguida por veículos de desenvolvimento (28%) e líquidos (12%).
Setorialmente, a carteira de fundos concentra-se em shoppings (46%), residencial (26%), logístico (15%) e lajes corporativas (12%). Há ainda saldo de resultado a destravar em operações de crédito e participações privadas, o que tende a contribuir para a linearização de distribuições futuras.
No mês, a cota recuou 3,4%, e no acumulado do ano registra 3,0%, ante alta de 37,8% desde o início. Pela cota patrimonial ajustada, a variação mensal foi de -3,5%.
O patrimônio líquido encerrou junho em R$ 1.365,5 milhões, ou R$ 9,33 por cota, enquanto o valor de mercado atingiu R$ 1.181,1 milhões, equivalente a R$ 8,07 por cota. Com isso, o fundo passou a ser negociado a 0,86 vez o patrimônio.
A liquidez média diária foi de R$ 2,2 milhões no período, com uma base de 126.394 cotistas.
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