Prio (PRIO3) avança após dados operacionais do 4T25; veja detalhes
Acompanhando a variação positiva do Ibovespa, as ações da Prio (PRIO3) estão operando em alta nesta terça-feira (6), após a divulgação dos dados operacionais da companhia no 4º trimestre de 2025. Por volta das 11h, os papéis da petrolífera sobem 1,29%, a R$ 41,68.
A Prio reportou uma produção de 127,944 mil barris de petróleo equivalentes diários (boepd) entre os meses de outubro e dezembro do ano passado. O número representa um crescimento de 45,1% m relação ao terceiro trimestre.
Além disso, ainda segundo o relatório, as vendas totais no período somaram 10,861 milhões de barris de petróleo, um avanço de 22,9% ante os três meses anteriores.
Já no acumulado de 2025, a companhia apresentou uma produção de 106,375 mil barris de petróleo equivalentes diários. Nos 12 meses do ano, as vendas somaram 38,067 milhões.
Em relatório, a XP considerou os resultados apresentados pela Prio como positivos, embora o aumento de produção já fosse amplamente esperado com base nos dados diários da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
“O aumento em Peregrino era esperado, já que dezembro marcou o primeiro mês completo em que a PRIO detinha uma participação de 80%, após o fechamento da transação em meados de novembro. A produção em Albacora Leste subiu para 26,2 kboed, apoiada pela instalação do segundo compressor em 13 de dezembro”, destaca a casa.
Tensões na Venezuela impactam ações da Prio (PRIO3)
Na sessão de ontem (5), as ações da Prio operaram em queda acompanhando as tensões envolvendo o setor petrolífero. Isso acontece após a operação militar organizada pelos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro.
Além dos papéis da Prio (PRIO3), outras petrolíferas brasileiras também operaram no vermelho, incluindo a Petrobras (PETR4). Os investidores ainda avaliam os impactos da operação militar para a produção de petróleo global, visto que o país sul-americano possui as maiores reservas comprovadas da commodity bruta do mundo, que correspondem a cerca de 17% do total global.