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Méliuz (CASH3), CVC (CVCB3) e Boa Safra (SOJA3) são destaques

Méliuz (CASH3) reverte prejuízo e anuncia lucro de R$ 7,6 milhões no 3T23

Méliuz (CASH3) reverte prejuízo e anuncia lucro de R$ 7,6 milhões no 3T23. Foto: Divulgação

Nos destaques de empresas desta segunda-feira (16) chama a atenção do mercado a Méliuz (CASH3) que obteve prejuízo atribuído a controladores de R$ 6,6 milhões no segundo trimestre, o que representa agravamento de 2,95% em relação ao mesmo período no ano passado.

Além da Méliuz, está entre os destaques também a CVC (CVCB3) que reduziu prejuízo em 30,4% teve um prejuízo de R$ 175,5 milhões, redução do prejuízo de 30,4% na comparação com o mesmo período no ano passado. Já a novata na Bolsa, a Boa Safra (SOJA3) encerrou o segundo trimestre atingiu R$ 11,7 milhões, cifra quatro vezes superior aos R$ 2,8 milhões.

Já a Ânima Educação (ANIM3) lucrou R$ 9,5 milhões, alta de 48,2% em relação ao lucro de R$ 4,9 milhões do mesmo período do ano passado.

Veja os destaques de empresas desta segunda-feira:

Méliuz

O prejuízo líquido da Méliuz atribuído a controladores somou R$ 6,692 milhões no segundo trimestre de 2021. O valor representa um agravamento de 2,95% em relação ao segundo trimestre de 2020, quando o prejuízo foi de R$ 6,5 milhões.

Os dados constam no balanço da Méliuz, divulgado na manhã desta segunda-feira (16). De acordo com o relatório trimestral, a receita líquida da empresa de cashback foi de R$ 43,401 milhões entre abril e junho de 2021, aumento de 75% em relação ao mesmo período do ano passado.

CVC

Com o avanço da vacinação, medidas de flexibilização de mobilidade social e a retomada gradual das atividades, a CVC reduziu o prejuízo líquido em 30,4% no segundo trimestre de 2021. O prejuízo caiu de R$ 252,129 milhões, apurado entre abril e junho de 2020 –no início da crise sanitária — para R$ 175,570 milhões, registrado no mesmo período deste ano.

Em comentários da administração que acompanham o informe de resultados, a empresa atribui o desempenho do período aos efeitos produzidos pela pandemia da Covid-19 em suas operações, especialmente no Brasil.”

Boa Safra

O lucro líquido da Boa Safra no segundo trimestre de 2021 atingiu R$ 11,70 milhões, cifra quatro vezes superior aos R$ 2,8 milhões do mesmo período do ano anterior. A produtora de sementes atribuiu o aumento à reversão de ajustes de contratos e ao valor dos estoques com os preços do mercado.

Os dados constam no balanço da Boa Safra, divulgados no sábado, dia 14, após correção de dados pela empresa. A companhia, que fez sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em 29 de maio, movimentou R$ 460 milhões em sua estreia.

Ânima

Com forte estratégia de aquisições do trimestre, a Ânima registrou um lucro líquido de R$ 9,5 milhões no segundo trimestre de 2021. Alta de 48,2% em relação ao lucro de R$ 4,9 milhões do mesmo período do ano passado.

A receita líquida da empresa subiu 64,5 em um ano, para R$ 586 milhões e o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) saltou 107,7%: de R$ 85,9 milhões apresentado no segundo trimestre do ano passado, para R$ 150,1 milhões neste trimestre.

Os destaques de empresas do Suno Notícias mostram os principais acontecimentos que prometem movimentar o mercado durante o dia, como a Méliuz que deve ser foco dos investidores.

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