IFIX sobe 0,2% e fecha em 3.861 pontos; AJFI11 puxa volume

O IFIX encerrou a sessão desta quinta-feira (28) aos 3.861,52 pontos, uma alta de 0,2%, equivalente a 7,71 pontos acima do fechamento anterior. O movimento confirma o viés positivo recente e mantém o indicador próximo das máximas do ano em 52 semanas, reforçando a resiliência do mercado de fundos imobiliários.

Ao longo do pregão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre 3.852,53 e 3.861,65 pontos, com abertura em 3.853,81 pontos, nível semelhante ao encerramento do dia anterior. A dinâmica intradiária foi marcada por baixa volatilidade e fluxo concentrado em poucos códigos.

Com esse desempenho, o IFIX segue a poucos passos do pico de 3.944,38 pontos registrado nas últimas 52 semanas. O cenário de juros e a busca por renda passiva continuam sustentando o interesse por FIIs, apesar de episódios pontuais de correção.

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AJFI11 domina o volume de negociações

O AJFI11 liderou o giro financeiro do dia, com R$ 5,67 milhões e valorização de 0,96%, refletindo interesse consistente em ativos de shoppings. Em seguida, o ALZR11 movimentou R$ 1,68 milhão e avançou 0,19%, enquanto o MXRF11 subiu 0,4% com volume de R$ 1,1 milhão, mantendo-se entre os preferidos do investidor de renda.

O GARE11 permaneceu estável, negociando R$ 1,06 milhão, e o GGRC11 avançou 0,4% com R$ 947,13 mil em transações. Os volumes concentrados indicam seletividade, com destaque para segmentos de tijolo e renda logística em recuperação gradual.

Destaques positivos e negativos

O BPML11 teve o melhor desempenho do pregão, alta de 3,51%, fechando a R$ 87,30, apoiado por percepção favorável ao setor de shoppings. Logo depois, o GTWR11 ganhou 2,4%, encerrando a R$ 82,95, em mais um dia positivo para lajes corporativas premium.

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Na ponta oposta, o CACR11 caiu 8,32%, a R$ 25,57. O papel enfrenta uma semana especialmente difícil, após fortes quedas na terça (-6,69%) e na quarta (-16,72%), refletindo reprecificação de risco em recebíveis.

No acumulado de maio, a desvalorização do fundo imobiliário se aproxima de 70%, evidenciando a necessidade de cautela em carteiras expostas ao crédito estruturado.

Redação Suno Notícias

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