IFIX sobe 0,69% e fecha a 0,97 ponto do topo de 52 semanas
O IFIX encerrou a sessão desta sexta-feira (27) aos 3.911,99 pontos, em alta de 0,69%, o que representa um avanço de 26,85 pontos frente ao fechamento anterior de 3.885,14. O movimento reforça o apetite por renda imobiliária em um pregão de viés positivo, com o índice operando próximo de máximas recentes e sustentado por desempenho firme de várias cotas do setor.
Na abertura, o IFIX partiu exatamente de 3.885,14 pontos — patamar que acabou sendo também a mínima do dia. Ao longo da sessão, a referência oscilou dentro de uma faixa estreita, alcançando o teto intradiário de 3.912,96 pontos. A proximidade entre mínima e máxima refletiu menor volatilidade, ainda que com fluxo comprador consistente, suficiente para conduzir o indicador ao terreno positivo.
O índice de fundos imobiliários terminou o dia a apenas 0,97 ponto do pico de 52 semanas, cravado em 3.912,96 pontos. Esse detalhe técnico sinaliza força de curto prazo e mantém no radar a possibilidade de rompimento de topo, caso o volume e o humor do mercado se mantenham favoráveis nas próximas sessões. Para investidores, a região funciona como referência de resistência relevante.
Semanalmente, o IFIX acumulou ganhos de 43,06 pontos frente à sexta-feira anterior (20/02/2026), quando fechou a 3.868,93 pontos. A variação corresponde a uma alta de 1,09% no período, consolidando o segundo movimento positivo consecutivo e reforçando a leitura de tendência de curto prazo. Caso o fluxo permaneça, o índice pode sustentar patamares mais elevados.
Entre os destaques do dia, o ARRI11 avançou 2,18% e encerrou a R$ 7,04, enquanto o RBRL11 também subiu 2,18%, fechando a R$ 93,00. Ambos os papéis foram impulsionados por maior demanda por recebíveis e logística — segmentos que costumam se beneficiar de juros em trajetória de estabilização. Esses desempenhos ajudaram a ancorar o humor comprador no intraday.
No campo negativo, o BCRI11 registrou a maior queda, recuando 1,63% para R$ 67,00, seguido pelo TRBL11, que cedeu 1,39% e terminou a R$ 78,65. Movimentos pontuais de realização e ajustes de carteira explicam parte da pressão, sem alterar o quadro geral de firmeza no mercado de FIIs.
Com o IFIX tão próximo do topo anual, investidores monitoram o comportamento de volumes, dividend yields projetados e sinalizações de política monetária para confirmar ou não um novo patamar para o índice.