IFIX recua e fecha perto da mínima após queda de 0,44%

O IFIX encerrou a segunda-feira (1º) aos 3.860,37 pontos, queda de 0,44%, equivalente a 17,15 pontos abaixo do fechamento anterior. A abertura ocorreu em 3.877,52 pontos, repetindo o patamar do pregão passado, mas a pressão vendedora prevaleceu ao longo do dia.

No intraday, o índice de fundos imobiliários oscilou entre 3.858,31 e 3.879,70 pontos. O fechamento próximo da mínima reforçou a leitura de fraqueza no curto prazo, em linha com o movimento de ajuste observado em parte dos principais FIIs.

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Entre os destaques de alta, o CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) avançou 9,52%, após ganho de R$ 2,26 por cota, para R$ 26,28. O desempenho ajudou a recompor, ainda que parcialmente, as perdas acumuladas em maio, quando o ativo registrou forte correção superior a 70%.

Logo depois, o BPML11 (BTG Pactual Shoppings) subiu 1,36%, com acréscimo de R$ 1,20 por cota, fechando a R$ 89,19. O movimento refletiu a boa liquidez do papel no dia e a resiliência do segmento de shoppings em meio à volatilidade.

CPSH11 tem maior giro no dia

Entre os FIIs com maior giro, o CPSH11 (Capitania Shoppings) movimentou R$ 2,25 milhões e valorizou 1,19%. O MXRF11 (Maxi Renda), por sua vez, somou R$ 2,21 milhões e recuou 0,30%, refletindo ajustes pontuais em sua carteira de CRIs.

O GARE11 (Guardian Logística) registrou R$ 1,70 milhão e caiu 0,33%, enquanto o GGRC11 (GGR Covepi Renda) totalizou R$ 1,56 milhão em negócios e cedeu 1,18%. O KNSC11 (Kinea Securities) movimentou R$ 1,11 milhão, encerrando com baixa de 0,22%.

No agregado, o pregão mostrou seletividade entre segmentos e gestores, com ganhos concentrados em nomes específicos e pressão sobre parte dos fundos de renda. Para os próximos dias, o comportamento do IFIX tende a seguir sensível ao noticiário macro e ao fluxo, em um ambiente ainda marcado por cautela.

Redação Suno Notícias

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