IFIX cai 0,01% e fecha perto do topo de 52 semanas

O IFIX encerrou a sessão desta quarta-feira (18) em 3.852,34 pontos, queda de 0,31 ponto (-0,01%) frente ao fechamento anterior, de 3.852,65. Apesar da leve variação negativa, o índice segue próximo do topo do seu intervalo anual, sinalizando resiliência do mercado de fundos imobiliários.

Na abertura, o índice de fundos imobiliários da B3 iniciou em 3.852,66 pontos. Ao longo do pregão, oscilou entre a mínima de 3.847,43 e a máxima de 3.855,71, refletindo um dia de volatilidade moderada e liquidez típica de meio de semana, sem catalisadores macro relevantes.

https://files.sunoresearch.com.br/n/uploads/2026/02/Banner-Materias-01-Dkp-1420x240-Versao-Captura-antecipacao-pre-venda-png.webp

Considerando as últimas 52 semanas, o IFIX variou entre 3.044,67 pontos na mínima e 3.864,38 na máxima. O fechamento atual permanece colado ao teto histórico recente, reforçando o apetite por renda passiva e a busca por proteção diante de juros em trajetória de flexibilização.

No campo dos destaques, o RCRB11 (Rio Bravo Renda Corporativa) liderou as altas do dia, avançando 1,76% para R$ 142,47. O movimento reflete percepção positiva com ativos corporativos bem localizados e contratos de longo prazo, além de ajustes técnicos após sessões anteriores de maior pressão.

https://files.sunoresearch.com.br/n/uploads/2026/02/Artigos-e-Noticias-Banner-Home-artigos-02-Desktop_-1420x240-1-png.webp

Em seguida, o BTAL11 (BTG Pactual Agro Logística) subiu 1,68%, fechando a R$ 89,75. A performance indica interesse por segmentos logísticos associados ao agronegócio, beneficiados por contratos indexados e demanda estável, mesmo em cenários de menor crescimento.

Perspectivas para o IFIX seguem ancoradas na expectativa de redução gradual da taxa Selic, que tende a sustentar a precificação dos fundos e impulsionar a captação. Ao mesmo tempo, gestores seguem focados em qualidade dos ativos, vacância e revisões contratuais para preservar rendimentos.

Para o investidor, a leitura do pregão reforça a importância da diversificação entre segmentos (corporativo, logística, papel e híbridos) e da análise de indicadores como dividend yield, P/VP e risco de crédito. A proximidade do topo de 52 semanas sugere cautela tática, sem perder de vista fundamentos e horizonte de longo prazo para o IFIX.

Redação Suno Notícias

Compartilhe sua opinião