FI-Infra pagam até 2,4% em janeiro; veja os destaques

Os fundos imobiliários de infraestrutura (FI-Infra) iniciaram o ano com proventos mensais que variaram de cerca de 1,1% a 2,4%, segundo dados da Status Invest. No topo do ranking, o RBIF11 distribuiu R$ 1,80 por cota, resultando em retorno de 2,39% no período, com base no preço de referência da plataforma. Esse desempenho decorre de política de distribuição e composição de carteira específicas, sem garantia de repetição nos meses seguintes.

Além do destaque do RBIF11, outros veículos apresentaram rendimentos acima de 1% no mês. O CDII11 pagou R$ 1,52 por cota, alcançando dividend yield de 1,36%. O IFRI11 distribuiu R$ 1,40 por cota, gerando retorno mensal de 1,34%, mantendo o patamar observado entre os principais fundos do segmento.

Entre os destaques secundários, o BODB11 registrou provento de R$ 0,10 por cota, equivalente a 1,26% de dividend yield, enquanto o BIDB11 pagou R$ 1,00 por cota e entregou retorno de 1,25% no período. Esses números reforçam a distribuição consistente observada no universo dos fundos de infraestrutura.

Olhando o conjunto, vários fundos mantiveram retornos próximos de 1%. O DIVS11 distribuiu R$ 1,20 por cota, com rendimento de 1,19% no mês. O CPTI11 pagou R$ 1,00 por cota, registrando dividend yield de 1,14%. O SNID11 também marcou 1,14%, com distribuição de R$ 0,13 por cota, mostrando convergência entre diferentes estratégias.

Analisar FI-Infra exige ir além do dado de provento mensal. O dividend yield é um indicador relevante, mas sua leitura isolada pode induzir a conclusões incompletas. É essencial considerar a qualidade dos ativos em carteira, a estrutura dos contratos e a aderência do portfólio à política do fundo.

O risco de crédito dos emissores, a concentração por ativos e setores, a liquidez das cotas e o histórico de regularidade das distribuições são variáveis centrais para decisões mais robustas. Os valores citados referem-se a proventos já divulgados pelos FI-Infra, com cálculos baseados em preços de referência, e não constituem recomendação de investimento. Fonte: Status Invest.

Redação Suno Notícias

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