ETF do Itaú Asset anuncia novos dividendos; veja como funciona o DIVD11
O ETF DIVD11, do Itaú Asset, anunciou uma nova distribuição de rendimentos aos seus cotistas. Segundo comunicado divulgado ao mercado, o pagamento será de R$ 0,1166 por cota, tendo como base a posição dos investidores em 5 de junho de 2026.
Com base no preço de fechamento da cota em maio, de R$ 61,00, o rendimento corresponde a um dividend yield mensal de aproximadamente 0,19%.
Terão direito ao recebimento dos proventos os investidores que detinham cotas do fundo ao final do pregão da data-base.
O pagamento dos rendimentos está previsto para ocorrer em 15 de junho de 2026.
O que é o ETF DIVD11?
O DIVD11 replica o Índice Dividendos (IDIV), indicador que reúne ações de companhias listadas na B3 com histórico consistente de distribuição de proventos.
Entre os principais nomes que compõem o índice estão empresas como Taesa, Copel, Banco do Brasil, CPFL e Cemig, conhecidas pela recorrência e previsibilidade no pagamento de dividendos.
A taxa total do produto é de 0,5% ao ano, o que o posiciona como uma alternativa de custo relativamente baixo para exposição ao tema.
Nos últimos anos, ETFs voltados a dividendos vêm ganhando espaço entre investidores que buscam renda recorrente com diversificação automática.
Origem do DIVD11
O DIVD11 foi lançado em junho de 2024 e acompanha o retorno do IDIV (índice de dividendos da B3) e distribui proventos mensalmente.
O fundo tem como objetivo refletir a performance do índice IDIV, antes das taxas e despesas, investindo principalmente nas ações que compõem a carteira teórica do índice.
Os pagamentos ocorrem mensalmente, no décimo dia útil a partir da divulgação dos proventos das empresas no mês anterior, proporcionando aos investidores uma fonte regular de renda passiva.
Por que investir em ETF?
O ETF é uma opção de investimento cada vez mais popular devido às suas diversas vantagens.
Uma das principais razões para investir em ETFs é a diversificação que eles proporcionam. Ao investir em um ETF, o investidor está adquirindo uma cesta de ativos que pode incluir ações, títulos de renda fixa, commodities, entre outros, o que ajuda a reduzir o risco em comparação com investimentos individuais.