Agronegócios cresce 12,2% e impulsiona Fiagros em 2025
O setor brasileiro de agronegócios avançou com força em 2025, elevando seu PIB em 12,2% e alcançando R$ 3,2 trilhões, segundo CNA e Cepea. Com isso, sua participação na economia chegou a 25,13%, reforçando o papel estratégico do campo na geração de renda, emprego e divisas. A trajetória confirma o apelo do país como fornecedor global de alimentos e matérias-primas.
O impulso veio sobretudo do setor primário, que cresceu acima de 17%, ancorado pela maior produção de soja, milho, café e laranja, além da valorização da pecuária. A expansão foi sustentada pelo incremento na produção de soja, milho, café e laranja e pelo ganho de eficiência logística. Os agrosserviços também acompanharam o ritmo, refletindo integração mais robusta entre produção, distribuição e crédito.
Cenário fortalece os instrumentos financeiros ligados ao agro
Mesmo com avanços moderados em algumas culturas, o pano de fundo permanece favorável. A demanda internacional resiliente por alimentos e a competitividade brasileira em custo e produtividade seguem como diferenciais. Esse ambiente sólido cria base para decisões de investimento e planejamento de safra mais previsíveis.
Esse cenário fortalece os instrumentos financeiros ligados ao agronegócio, com destaque para os Fiagros, que financiam a cadeia produtiva ou mantêm exposição direta à terra e à produção. Entre eles, o SNAG11 e o SNFZ11 ganham tração com abordagens complementares, segundo análise da Suno, diversificando risco e originação.
Expansão do agronegócios e oportunidades em Fiagros
O SNAG11 foca crédito estruturado ao agronegócios, ampliando a originação conforme crescem produção e demanda global. O fundo superou 130 mil cotistas, o que melhora a liquidez e sustenta a estratégia de equilibrar risco e retorno em um setor historicamente resiliente. Já o SNFZ11 trabalha com exposição direta à propriedade rural, operando fazendas no Mato Grosso via arrendamento com participação nos resultados.
No Mato Grosso, liderança nacional em soja, milho e pecuária reforça o potencial de escala e ganhos de produtividade, favorecendo ativos de terra. O SNFZ11 se beneficia desse ciclo ao firmar contratos com participação na safra — como o acordo com a Jequitibá Agro, de cerca de 25% — e manter três fazendas em Gaúcha do Norte (MT), capturando preços e eficiência.
Por fim, o SNAG11 segue com sua quinta oferta de cotas, buscando até R$ 618,9 milhões por meio de mais de 60,7 milhões de novas unidades a R$ 10,50, direcionando recursos à expansão do portfólio em ativos do agronegócios.