Dividendos do BTHF11 terão retorno de 1,15% em setembro

O fundo imobiliário BTHF11 definiu o rendimento de agosto em R$ 0,101 por cota, mantendo o mesmo valor praticado nos meses anteriores. A distribuição será efetuada em 15 de setembro de 2026.

Com a cotação de R$ 8,80, os dividendos do BTHF11 correspondem a cerca de 1,15% no mês. Assim, uma posição de 100 cotas terá a receber R$ 10,10, enquanto 1.000 cotas renderão R$ 101,00 na data de pagamento.

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Para participar desta distribuição, era necessário ter o papel em carteira até o encerramento do pregão de 8 de setembro de 2026, data de corte do provento. Os rendimentos são isentos de Imposto de Renda para pessoa física, desde que atendidas as condições previstas na legislação.

Dividendos do BTHF11 e calendário de pagamento

  • Valor por cota de R$ 0,101 referente a agosto.
  • Pagamento programado para 15 de setembro de 2026.
  • Data de corte em 8 de setembro de 2026.
  • Isenção de IR para pessoa física, conforme a lei.

Carteira de CRIs e FIIs ao fim de agosto

O fundo encerrou agosto de 2026 com a alocação concentrada em fundos imobiliários e CRIs. Segundo a gestão, 42% do portfólio estava em FIIs de tijolo, 18% em FIIs de papel e 24% em CRIs. O caixa representava 12%, enquanto ações e ativos reais somavam cerca de 1% cada.

No mês, o fundo movimentou cerca de R$ 60 milhões no mercado secundário, com recomposição líquida de caixa de R$ 50,2 milhões. Entre os ajustes na parcela de FIIs, a gestão citou operações de venda short em ativos em emissão, como MXRF11 e BTLG11, além da redução da exposição ao BTCI11.

Parte dos recursos foi direcionada ao aumento da exposição a títulos indexados ao IPCA com prazos mais longos. No período, foram integralizados R$ 88 milhões em CRIs, contemplando operações ligadas a Atlas, Mercado Livre em Cajamar e Amazon em Cajamar. Com isso, a carteira de crédito alcançou cerca de R$ 492 milhões, distribuída em 41 ativos.

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Na classe de FIIs, que somava cerca de R$ 1,20 bilhão, o fundo mantinha exposição a 46 ativos, com BTRU11, IRIM11, BTHI11 e HTMX11 entre as maiores posições. Considerando apenas os fundos, os segmentos mais representativos eram fundos de CRI, renda urbana e hotelaria, seguidos por logística, corporativo e shoppings.

Movimentações patrimoniais e aquisição de shopping

Outra atualização relevante foi a compra de 76% do Shopping Pátio Cianê, em Sorocaba, por R$ 220,4 milhões. A transação foi estruturada com pagamentos em diferentes etapas e assunção de R$ 67 milhões em dívida. O empreendimento conta com cerca de 140 lojas e, considerando a participação adquirida, aproximadamente 19,5 mil metros quadrados de ABL própria. O movimento reforça a estratégia do fundo de diversificação também por ativos imobiliários.

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Redação Suno Notícias

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