LVBI11 reduz vacância para 2,4% e projeta ocupação total

O LVBI11 encerrou janeiro de 2026 com vacância física de 2,4%, conforme o relatório gerencial divulgado pela administração. A gestora indica que a ocupação total deve ser registrada já no próximo mês, com a entrada efetiva de contratos previamente assinados. Esse avanço reflete a estratégia ativa de locações e ajustes no portfólio.

As melhorias ocorreram após movimentações relevantes no portfólio logístico. A Gocase ampliou operações no ativo de Extrema (MG), reforçando a demanda no eixo logístico do Sul de Minas. Além disso, a WGL firmou contrato para ocupar 8.962 m² de ABL em Cajamar (SP), enquanto a Ollie Cosméticos assumiu 3.307 m² em Extrema. Esses acordos sustentam a queda da vacância e reforçam a diversificação de locatários.

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Segundo o relatório gerencial, a vacância financeira ficou em 1,2% no período. A administração reforça que a ocupação integral dos espaços deve aparecer na próxima divulgação de resultados, refletindo os contratos já firmados e em fase de início de operação.

Expectativa de devolução em setembro

Em paralelo, o fundo sinalizou devolução programada do módulo ocupado pela Elfa Medicamentos no ativo Aratu, prevista para setembro de 2026. Com esse evento, a vacância física estimada passará a 0,7% a partir daquele momento, ainda em patamar controlado para o segmento de galpões logísticos.

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O LVBI11 mantém 10 ativos logísticos totalizando 517.964 m² de ABL, distribuídos entre 36 locatários, com WALE de 4 anos. Essa combinação de escala, pulverização de inquilinos e prazos contratuais sustentados contribui para a resiliência operacional do portfólio.

No campo financeiro, o fundo apurou receita de R$ 0,87 por cota em janeiro, com resultado distribuível de R$ 0,74 por cota. A distribuição foi de R$ 0,75 por cota, paga em 6 de fevereiro de 2026, alinhada ao histórico recente de proventos.

O dividend yield anualizado alcançou 8,1% ao ano pela cotação de mercado e 7,5% ao ano pela cota patrimonial. As cotas do LVBI11 fecharam a R$ 111,49, enquanto o valor patrimonial por cota foi de R$ 120,34, resultando em P/VP de 0,93x, sinalizando desconto frente ao patrimônio.

Redação Suno Notícias

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