Suno Asset paga rendimentos e SNAG11 abre nova emissão

Os fundos imobiliários da Suno Asset divulgaram nesta quarta-feira (25) as distribuições referentes a fevereiro, com pagamentos destinados aos investidores posicionados na data-com de 13 de março de 2026. O calendário reforça a previsibilidade de rendimentos aos cotistas, mantendo a diretriz de transparência na política de distribuição.

Entre os veículos, o SNAG11 se destacou ao pagar R$ 0,15 por cota, refletindo dividend yield mensal próximo de 1,32%. O Fiagro segue voltado ao financiamento do agronegócio por meio de CRAs e outros instrumentos do setor, priorizando operações com garantias robustas e lastros pulverizados. Esse foco tem sustentado o perfil de risco e retorno do portfólio.

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Na vertical de energia, o SNEL11 distribuiu R$ 0,10 por cota, equivalente a yield mensal em torno de 1,17%. O fundo direciona alocação para ativos de geração distribuída, buscando receitas recorrentes da comercialização de energia. A estratégia privilegia contratos de longo prazo e previsibilidade de caixa, favorecendo a consistência dos pagamentos.

O Fiagro SNFZ11 pagou R$ 0,10 por cota, com dividend yield mensal de cerca de 1,02%, preservando foco na aquisição de propriedades rurais e na renda proveniente de contratos de locação agrícola. Já o SNME11, no segmento multiestratégia, distribuiu R$ 0,10 por cota, combinando diferentes teses para diversificar risco e suavizar a volatilidade dos rendimentos.

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O fundo de infraestrutura SNID11 repassou R$ 0,13 por cota, alcançando yield mensal próximo de 1,17%. Entre os maiores valores absolutos, o SNFF11 pagou R$ 0,72 por cota, enquanto o fundo de crédito imobiliário SNCI11 liderou com R$ 1,00 por cota, refletindo gestão ativa de carteira e eficiência na originação de operações.

SNAG11 lança quinta emissão e reforça captação

O SNAG11 também avança no mercado primário com sua quinta emissão, que pode levantar até R$ 618,9 milhões. A oferta prevê mais de 60,7 milhões de novas cotas a R$ 10,19, acrescidas de taxa de distribuição de R$ 0,31, totalizando R$ 10,50 por cota. Os recursos devem ampliar a carteira creditícia, fortalecendo o papel do fundo no financiamento do agronegócio brasileiro.

As distribuições dos fundos imobiliários e Fiagros listados na B3 seguem isentas de IR para pessoas físicas que atendam aos critérios legais vigentes. Esse incentivo tributário permanece como diferencial de atratividade no mercado de capitais, especialmente para investidores de longo prazo.

Redação Suno Notícias

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