Ícone do site Suno Notícias

SNME11 paga R$ 0,10 por cota e reforça alocação em crédito

Suno

Suno. Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário SNME11 confirmou a distribuição de R$ 0,10 por cota, tendo 15 de abril de 2026 como data-base e pagamento em 27 do mesmo mês. Com base no fechamento de março a R$ 9,52, o dividend yield mensal projetado fica próximo de 1,05%, reforçando a proposta de geração de renda recorrente aos cotistas. A estratégia do veículo combina diversificação setorial e busca de valorização patrimonial no médio e longo prazos.

Em fevereiro, o patrimônio do fundo avançou 1,17%, em linha com os principais índices do mercado. Ao mesmo tempo, as cotas recuaram 1,03% no secundário, o que, somada a distribuição de R$ 0,10 por cota, resultou em retorno total próximo de zero no mês. Esse movimento reforça a resiliência da tese diante da volatilidade de curto prazo.

Patrimônio líquido por cota de R$ 9,59

O papel encerrou fevereiro a R$ 9,62, ligeiramente acima do patrimônio líquido por cota de R$ 9,59, indicando negociação próxima ao valor intrínseco. O volume médio diário em torno de R$ 415 mil permaneceu estável, sinalizando liquidez consistente para a categoria.

A carteira de FIIs liderou o desempenho mensal, beneficiada pela alta do índice setorial, enquanto a exposição em CRIs também contribuiu positivamente — um reflexo da diversificação estratégica. O resultado do mês somou R$ 656 mil, com R$ 0,0884 por cota de resultado distribuível frente à distribuição efetiva de R$ 0,10. A reserva acumulada ficou em aproximadamente R$ 0,0397 por cota.

Incremento no FII CXCO11

O SNME11 ampliou posições táticas, com destaque para o incremento no FII CXCO11, mirando oportunidades de carry e apreciação. Adicionalmente, destinou cerca de R$ 10 milhões a uma operação estruturada via FII Alianza Renda Mais, expandindo a exposição ao crédito imobiliário diversificado e agregando remuneração média de IPCA + 12,86% ao ano no portfólio.

A estrutura da operação prevê subordinação de 24%, priorizando cotas seniores e alocando o excesso de retorno às subordinadas, nas quais o SNME11 participa com TIR estimada em 18% ao ano. Em ambiente de spreads acima da média histórica, a gestão enxerga potencial para ganhos de capital com eventual compressão de juros, além de já incorporar a fusão do SNFF11, que deve elevar o patrimônio para ao menos R$ 420 milhões e ampliar a capacidade de investimento do veículo.

Sair da versão mobile