MAXR11 reduz provento para R$ 0,31; pagamento em 13 de março
MAXR11 anunciou a distribuição de R$ 0,31 por cota, referente ao resultado de janeiro de 2026, com pagamento em 13 de março aos investidores posicionados até 6 de março. Como é padrão nos rendimentos de FIIs, pessoas físicas estão isentas de Imposto de Renda sobre o valor recebido, o que reforça a atratividade do provento para o público de varejo.
Em comparação ao ciclo anterior, houve redução relevante: no mês passado, a gestora repassou R$ 0,54628841 por cota. Ainda assim, o valor atual supera os patamares observados entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, indicando possível recomposição parcial dos fluxos de caixa operacionais do fundo.
Tomando como base a cotação de fechamento de fevereiro, em R$ 63,49, o pagamento representa um rendimento mensal aproximado de 0,49% sobre o preço de mercado. Esse indicador ajuda o investidor a comparar o retorno do MAXR11 com alternativas de renda fixa e outros FIIs de perfil semelhante.
Receitas do portfólio apresentam concentração geográfica marcada em capitais brasileiras, com destaque para Manaus (31,09%), Brasília (24,89%) e Belém (13,79%). Em seguida vêm João Pessoa (12,72%), Maceió (9,14%) e Taguatinga (8,37%), enquanto Vitória não teve contribuição no período analisado. Entre as receitas por perfil de inquilinos, há predominância de lojas de departamentos, responsáveis por 93,10% do total, sinalizando menor diversificação setorial.
- Receita por segmento: lojas de departamentos (93,10%), comércios de importados (3,78%) e alimentação (3,12%).
- Receita por cidades: Manaus (31,09%), Brasília (24,89%), Belém (13,79%), João Pessoa (12,72%), Maceió (9,14%) e Taguatinga (8,37%).
Características operacionais revelam uma estratégia voltada à compra de ativos comerciais concluídos ou em desenvolvimento, além de direitos relacionados, preferencialmente em centros comerciais, shopping centers e corredores de alto fluxo. As receitas podem advir de venda, locação, arrendamento ou direito de superfície, conferindo múltiplas alavancas de monetização.
No cenário atual, o fundo imobiliário MAXR11 registra taxa de ocupação de 74,19%, incluindo áreas em comodato. A maior vacância concentrada está em João Pessoa, com 10.532 m² disponíveis para locação, que também corresponde ao maior ativo da carteira. Para o cotista, a evolução do nível de ocupação tende a ser vetor-chave para a estabilidade dos rendimentos futuros.