KNSC11 vai pagar dividendos de 1,09%; saiba quem vai receber

Os cotistas do KNSC11 voltarão a receber R$ 0,10 por cota, referentes a junho de 2026, pelo terceiro mês seguido no mesmo patamar. Terá direito ao provento quem estava posicionado no fechamento do pregão de 30 de junho, com pagamento agendado para 13 de julho.

Considerando R$ 9,18, preço da cota no último dia útil de junho, o dividendo corresponde a um retorno mensal aproximado de 1,09%. Essa faixa tende a superar a renda fixa tradicional e, no caso de pessoas físicas, não há incidência de Imposto de Renda.

Referente ao mês de maio, com pagamento efetuado em junho, os rendimentos do KNSC11 equivaleram a 101% do DI, ou a 119% do CDI após aplicado o gross-up de 15% de imposto. No período, a negociação das cotas somou R$ 109,31 milhões, com média diária próxima de R$ 5,47 milhões.

Alocações e carteira do KNSC11

Em maio, o fundo adicionou R$ 67,3 milhões em novos CRIs, com remuneração média a IPCA + 10,29%, todos estruturados com alienação fiduciária e subordinação. As aquisições foram majoritariamente de home equity.

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Na Creditas, o fundo imobiliário KNSC11 investiu R$ 19,4 milhões na série sênior A da operação 151, a IPCA + 10,47%, e R$ 10,3 milhões na sênior B, a IPCA + 10,82%, ambas lastreadas em recebíveis originados pela própria fintech.

A Galleria Bank originou duas parcelas da operação 125, com lastro em home equity e LTV baixo, em torno de 38%: R$ 17,9 milhões na sênior, a IPCA + 9,75%, e R$ 15,8 milhões na mezanino, a IPCA + 11,75%.

Fechando o movimento, o CRI Crediblue 159, apoiado em recebíveis de home equity da Crediblue e LTV ao redor de 45%, recebeu R$ 3,8 milhões na série sênior, a IPCA + 9,40%. Ao fim do mês, o Kinea Securities registrava 101,3% do patrimônio em ativos-alvo, somando CRI e FII, além de 2,6% em LCI e 6,2% em caixa.

Indicadores e principais posições do KNSC11

A maior parte do crédito está atrelada à inflação: 63,9% do patrimônio em CRIs indexados ao IPCA, marcados a mercado em 10,56% ao ano, adquiridos a uma média de 8,23% e com prazo médio de 7,5 anos. Esse bloco inclui a posição no FII Ícone, cuja meta é INCC-DI + 13,0%.

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Os papéis atrelados ao CDI correspondem a 37,3%, com MTM de 3,19% ao ano e prazo médio de 3,7 anos. Somadas as LCIs a 96% do CDI e o caixa a 100% do CDI líquido, a carteira do FII KNSC11 alcança 110,0% do patrimônio, com prazo médio de 6,2 anos e duration de 2,6 anos.

Quatro operações se destacam entre os maiores CRIs. O BTS Vale, marcado a IPCA + 10,26%, soma R$ 65,1 milhões e representa 3,3% da carteira, empatado em participação com o VISC Portfólio Ancar, a IPCA + 9,57% e R$ 64,8 milhões. Na sequência aparecem o Fibra Experts II, a IPCA + 10,80% e R$ 60,8 milhões (3,1%), e o Infinity, a IPCA + 9,77% e R$ 58,6 milhões (3,0%).

Por segmento, os créditos do fundo KNSC11 estão distribuídos em residencial pulverizado (23,9%), escritórios (23,1%), logístico (20,8%), residencial (16,2%) e shoppings (10,9%), com 5,2% em outras frentes. Pela ótica do indexador, o IPCA responde por 58,1% do total, seguido por CDI (36,3%) e Selic (5,6%), em linha com o retorno acima do CDI entregue pelo KNSC11.

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Redação Suno Notícias

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