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IFIX fecha em alta e encosta na máxima de 52 semanas

Uma tela de computador mostrando gráficos e gráficos

Imagem gerada por IA

O IFIX encerrou a quinta-feira (16) em 3.914,68 pontos, alta de 0,22% após ganho de 8,50 pontos na sessão. O desempenho ocorreu em linha com o viés positivo do mercado, com investidores acompanhando a trajetória dos juros e a movimentação dos principais fundos listados.

Na sessão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.906,20 pontos e a máxima de 3.915,12 pontos, fechando muito perto do pico intradiário. Essa dinâmica indica força compradora ao longo do pregão, com maior firmeza na reta final dos negócios.

O movimento mantém o IFIX negociado nas imediações da máxima de 52 semanas, cravada em 3.915,12 pontos. A proximidade desse patamar reforça a percepção de resiliência do segmento, mesmo em um cenário ainda sensível a expectativas macroeconômicas.

GGRC11 concentra maior volume

O GGRC11 (GGR Covepi Renda) liderou a rotação de capital entre os fundos imobiliários mais líquidos, com R$ 1,74 milhão movimentados e valorização de 0,39% no dia. O GARE11 (Guardian Logística) foi o segundo em giro, somando R$ 1,2 milhão, porém recuou 0,36% na sessão.

O MXRF11 (Maxi Renda) completou o pódio em volume, com R$ 1,13 milhão negociados e leve ganho de 0,20%. Esses papéis seguem como termômetros relevantes de apetite por risco no universo dos FIIs, especialmente nos segmentos de renda e logística.

Destaques positivos e negativos da sessão

Entre as maiores altas, o VINO11 (Vinci Offices) avançou 1,98% e fechou a R$ 5,11, seguido de perto pelo RBLI11 (RBR Logística), que subiu 1,97% para R$ 81,70. No campo negativo, o VGRI11 (Valora Renda Imobiliária) caiu 1,84%, encerrando a R$ 6,40, enquanto o CCME11 (Canuma Capital Multiestratégia) recuou 1,53% para R$ 9,04.

Com o fechamento colado à máxima do dia, o IFIX reforça o viés altista de curto prazo, sustentado por fluxos setoriais e percepção de renda recorrente nos portfólios. A evolução do custo de capital e a performance operacional dos FIIs seguem no radar dos investidores.

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