O IFIX encerrou as negociações desta sexta-feira (24) aos 3.935,55 pontos, com alta de 6,90 pontos em relação ao fechamento anterior, variação diária de 0,18%. Ao longo do pregão, o indicador oscilou entre a mínima de 3.928,65 e a máxima de 3.936,54 pontos, retornando ao patamar próximo do pico de 52 semanas, de 3.944,38 pontos. A abertura ocorreu em 3.928,65 pontos, repetindo o nível do fechamento da véspera.
No acumulado semanal, o índice de fundos imobiliários somou ganho de 4,49 pontos frente à sexta-feira passada, ao sair de 3.931,06 para 3.935,55 pontos, avanço de 0,11% no período. O movimento reflete um mercado ainda sustentado por fluxos seletivos, com apetite por ativos de maior liquidez e foco em renda.
VGIP11 e BROF11 puxam altas no pregão
Entre as maiores altas do dia, o VGIP11 subiu 1,88% e fechou a R$ 82,00, liderando os ganhos. Logo atrás, o BROF11 avançou 1,23%, encerrando a R$ 62,55. As performances positivas desses papéis ajudaram a sustentar o comportamento do índice, apesar da volatilidade intradiária.
Pelo lado negativo, o JSCR11 registrou a pior queda da sessão, recuando 3,13% para R$ 8,37. Na sequência, o VGRI11 caiu 1,93%, terminando a R$ 6,64. Esses movimentos pontuais indicam realização de lucros e ajustes de carteiras, típicos do fim de semana.
GARE11 lidera em volume de negócios
O destaque em volume ficou com o GARE11, que movimentou 1,62 milhão e teve leve baixa de 0,24%. Na segunda posição, o CPTS11 somou 1,15 milhão, com alta de 0,13%, enquanto o CPSH11 negociou 1,12 milhão e avançou 0,19%. A liquidez concentrada reforça o interesse em fundos com portfólios diversificados.
Também entre os mais negociados, o KNSC11 registrou 1,01 milhão e queda de 0,11%, e o MXRF11 movimentou 990,33 mil, recuando 0,20%. No conjunto, a sessão confirma o viés construtivo do mercado, com o IFIX se aproximando novamente de sua marca histórica recente.
Em um cenário de ajustes graduais e busca por rendimento, o IFIX mantém trajetória cautelosamente positiva, favorecido pela resiliência de segmentos logísticos, recebíveis e corporativos, enquanto investidores monitoram dados macro e fluxo local.
