O HTMX11 reportou resultado de R$ 5,041 milhões em novembro, alta de 16,18% frente aos R$ 4,339 milhões de outubro. As receitas somaram R$ 7,98 milhões no período, com despesas de R$ 864 mil, permitindo a distribuição de R$ 1,80 por cota aos investidores. A administração destacou que o desempenho mais fraco de outubro decorreu do menor dinamismo em São Paulo, com ausência de grandes shows e calendário enxuto de eventos corporativos e feiras.
Em novembro, o cenário se inverteu com atividade mais intensa, impulsionada por demanda empresarial e um cronograma de eventos mais robusto. Entre os destaques, o Grande Prêmio de Fórmula 1 atraiu público recorde superior a 300 mil pessoas em três dias, elevando a taxa de ocupação e as tarifas hoteleiras.
O fundo imobiliário HTMX11 também avançou em sua estratégia de desinvestimento. No mês, foram vendidas 10 unidades hoteleiras, com receita bruta de R$ 4.068.159,95. Após a taxa de performance, o resultado líquido foi de R$ 3.591.835,70, equivalente a R$ 1,2437 por cota. Desde o início dessa fase, já foram alienadas 593 unidades, somando R$ 46,38 por cota amortizada.
O portfólio encerrou novembro com 755 unidades em 19 hotéis, e a participação no Intercity Premium Nações Unidas foi completamente encerrada. Nas receitas de aluguel, o valor apurado para outubro de 2025, contabilizado em novembro, apresentou média de R$ 4.828 por apartamento, queda de 26% ante os R$ 6.508 de outubro de 2024.
A ocupação do portfólio do HTMX11 permaneceu em 71%, enquanto a diária média recuou 9%, de R$ 611 em 2024 para R$ 556. Com isso, o RevPAR atingiu R$ 396, também com declínio de 9% frente aos R$ 437 do mesmo período anterior. Esses números refletem a sazonalidade típica do setor e a normalização da demanda após grandes eventos.
Para dezembro, a gestão do HTMX11 indica mercado consistente na primeira quinzena, impulsionado por eventos corporativos e celebrações de fim de ano, seguido de desaceleração na segunda metade por efeito sazonal. A expectativa é de manutenção da disciplina de capital e continuidade do desinvestimento, com foco em geração de caixa e distribuição de rendimentos.
