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Ser presidente do Banco Central é o sonho de Gil, do Big Brother Brasil

Ser presidente do Banco Central é o sonho de Gil, do Big Brother Brasil
Fachada do edifício-sede do banco Caixa Econômica Federal (CEF) e do Banco Central do Brasil. Foto: Leonardo Sá/Agência Senado

O Banco Central, normalmente restrito a conversas sobre economia, ganhou destaque nas redes sociais depois que o economista Gilberto Nogueira – o “Gil”, participante do reality show Big Brother Brasil – afirmou que seu maior sonho após concluir o doutorado nos Estados Unidos é ser presidente do Banco Central.

 

Em resposta ao participante do BBB, que possui 1,4 milhão de seguidores apenas no Twitter, o Banco Central afirmou no fim da tarde que “ficaremos alegres em contar com o seu vigor em nossa equipe”.

Gil foi um dos destaques do reality que terminou nesta semana, após meses de confinamento. Em alguns momentos, ele chegou a tratar de economia e a explicar conceitos a outros participantes, como o de inflação.

Na sexta-feira, ele disse que sonha em ocupar o cargo que pertence atualmente ao economista Roberto Campos Neto, que fez carreira no mercado financeiro e é neto de um dos maiores nomes do liberalismo no Brasil, o economista Roberto Campos.

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“Ser presidente do Banco Central. Seria extraordinário”, afirmou Gil, ao ser questionado sobre seu maior sonho após o doutorado. “A emissão de moeda, o estudo do mercado financeiro. A moeda influencia vários fatores, como desemprego e inflação. Eu sou apaixonado, não é minha área de pesquisa hoje, mas eu tenho muito prazer de estudar e falar.”

Gil afirmou ainda que “nunca foi um objetivo de vida” comandar o BC. “Mas hoje em dia eu penso que trabalhar e presidir o Banco Central seria um sonho, que nunca foi palpável. Tem muitos economistas grandiosos no Brasil, é um trabalho de alta responsabilidade.”

 

     

Como funciona o cargo de presidente do Banco Central

O cargo de presidente do Banco Central é de indicação do presidente da República. Campos Neto foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro no início de seu governo, em 2019, e teve seu nome aprovado pelo Senado Federal.

Além do presidente do Banco Central, o presidente da República é o responsável pela indicação dos oito diretores do BC. Os nove dirigentes são os responsáveis pela política monetária no Brasil. Entre outras funções, são eles que determinam o nível da Selic (a taxa básica de juros), ferramenta utilizada para o controle da inflação no País.

Redação Suno

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