Sparta confirma R$ 1,25 por cota no CRAA11 em abril de 2026

A gestora Sparta informou que o fiagro CRAA11 distribuirá R$ 1,25 por cota aos investidores, com data-base em 8 de abril de 2026 e pagamento previsto para 15 de abril. Com a cotação de R$ 101,62, o provento corresponde a um dividend yield mensal aproximado de 1,23%, reforçando a atratividade do fundo em um cenário de renda isenta para pessoas físicas. Além da geração corrente, o veículo conta com reserva acumulada de R$ 0,40 por cota, oferecendo colchão para sustentar as distribuições.

A distribuição de fevereiro também foi de R$ 1,25 por cota, equivalente a cerca de 123% do CDI já considerando a isenção fiscal, enquanto o resultado contábil foi de R$ 0,93 por cota. A gestão projeta manter pagamentos de, no mínimo, R$ 1,20 por cota ao longo do primeiro semestre de 2026, desde que as condições de mercado se mantenham estáveis. Esse guidance aponta para consistência no fluxo de caixa do fiagro e disciplina na política de investimentos.

https://files.sunoresearch.com.br/n/uploads/2026/04/Artigos-e-Noticias-Banner-Materias-01-Desktop_-1420x240-1-png.webp

Novas alocações no mercado secundário

Durante o mês, a administradora analisou três ofertas primárias de CRA somando R$ 950 milhões e realizou novas alocações no mercado secundário. Entre as aquisições, destaca-se um título da Caramuru, empresa agroindustrial com receita superior a R$ 7 bilhões, apontada como de elevada robustez financeira. Essa seleção reforça a qualidade de crédito almejada pelo fundo.

No secundário, o CRAA11 negociou 73 ativos e efetuou compras equivalentes a cerca de 8% do patrimônio líquido, evidenciando gestão ativa. Essa postura busca capturar oportunidades táticas, otimizar marcação a mercado e aprimorar o carrego da carteira. Palavras-chave secundárias em negrito: dividend yield, isento de IR, CDI+, IPCA+.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/DT-PS-HOME-DE-ARTIGOS-1420x240-ID_01_x1.jpg

Estratégia, diversificação e carrego do fiagro

A carteira encerrrou fevereiro com 121 ativos distribuídos em 22 segmentos do agronegócio, com baixa concentração: a maior exposição individual atingiu 3,3% do patrimônio. Predominam papéis atrelados ao CDI, que representam cerca de 64% do portfólio, com spread médio de 1,8% a.a. e duration de 2,1 anos. Outros 32% estão no IPCA+, com retorno nominal médio de 9,4% a.a., enquanto 4% permanecem em prefixados a 14,6% a.a.

O carrego estimado da carteira é de CDI + 1,7% a.a., com duration média de 2,3 anos, segundo a gestora. Na leitura de performance, o fundo registrou retorno positivo de 0,4% na linha de crédito em fevereiro: 0,1% veio do carrego e 0,3% da marcação a mercado e ganhos operacionais. Para o investidor, a combinação de isenção, diversificação e gestão ativa sustenta a tese do fiagro como instrumento de renda recorrente.

Redação Suno Notícias

Compartilhe sua opinião