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Clube do trilhão: Nvidia (NVDC34), Google (GOGL34) e Apple (AAPL34) dominam lista

Nvidia (NVDC34), Google (GOGL34) e Apple (AAPL34) lideram o clube das empresas avaliadas em mais de US$ 1 trilhão.

Nvidia (NVDC34), Google (GOGL34) e Apple (AAPL34) lideram o clube das empresas avaliadas em mais de US$ 1 trilhão.

Poucas empresas conseguem atravessar a porta mais exclusiva do mercado financeiro. Nvidia (NVDC34), Alphabet, controladora do Google (GOGL34), e Apple (AAPL34) ocupam as primeiras posições do clube do trilhão, grupo formado por companhias avaliadas em mais de US$ 1 trilhão.

A Nvidia aparece na liderança, avaliada em aproximadamente US$ 4,956 trilhões. Logo atrás estão a Alphabet, com US$ 4,418 trilhões, e a Apple, com US$ 4,346 trilhões, considerando os valores de mercado registrados em 18 de junho de 2026.

O domínio das empresas de tecnologia reflete a corrida global pela inteligência artificial. Além das companhias responsáveis por plataformas e sistemas, o ranking reúne fabricantes de chips, memórias e equipamentos utilizados na construção da infraestrutura necessária para os modelos de IA.

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Quem está no clube do trilhão?

De acordo com o levantamento publicado pelo Bora Investir, da B3, 12 companhias avaliadas em mais de US$ 1 trilhão possuem BDRs negociados na Bolsa brasileira. Confira a lista:

  1. Nvidia (NVDC34): US$ 4,956 trilhões;
  2. Alphabet/Google (GOGL34): US$ 4,418 trilhões;
  3. Apple (AAPL34): US$ 4,346 trilhões;
  4. Microsoft (MSFT34): US$ 2,814 trilhões;
  5. Amazon (AMZO34): US$ 2,554 trilhões;
  6. SpaceX (SPCX34): US$ 2,527 trilhões;
  7. TSMC (TSMC34): US$ 2,241 trilhões;
  8. Broadcom (AVGO34): US$ 1,869 trilhão;
  9. Tesla (TSLA34): US$ 1,488 trilhão;
  10. Meta (M1TA34): US$ 1,440 trilhão;
  11. Micron Technology (MUTC34): US$ 1,176 trilhão;
  12. Berkshire Hathaway (BERK34): US$ 1,059 trilhão.

Os números representam uma fotografia do mercado em 18 de junho e podem mudar diariamente conforme a cotação das ações. Uma empresa também pode entrar ou sair desse grupo à medida que seu valor de mercado oscila.

Inteligência artificial domina a lista

A Nvidia (NVDC34) lidera o ranking impulsionada pela demanda por processadores utilizados no treinamento e na execução de modelos de inteligência artificial. A companhia ocupa uma posição central na cadeia tecnológica ao fornecer chips e sistemas necessários para data centers.

Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34), Amazon (AMZO34) e Meta (M1TA34) também investem bilhões de dólares no desenvolvimento de modelos de IA, serviços de nuvem e estruturas de processamento.

Já TSMC (TSMC34), Broadcom (AVGO34) e Micron Technology (MUTC34) atuam em diferentes etapas da produção de semicondutores e componentes de memória. A presença dessas companhias mostra que a valorização ligada à inteligência artificial não ficou restrita às empresas que criam chatbots ou softwares.

A infraestrutura que permite o funcionamento dessas ferramentas também conquistou espaço entre os negócios mais valiosos do planeta. Data centers, chips avançados, sistemas de memória e capacidade de processamento passaram a representar uma parcela relevante dos investimentos globais em tecnologia.

A Berkshire Hathaway (BERK34) é o principal ponto fora da curva. O conglomerado comandado por Warren Buffett possui negócios e participações em diferentes setores, como seguros, energia, transportes, indústria e serviços financeiros.

Como investir nessas empresas pela B3?

O investidor brasileiro pode ter exposição a essas companhias por meio dos BDRs, sigla para Brazilian Depositary Receipts. Esses ativos são recibos negociados na B3 que representam ações de empresas listadas no exterior.

Na prática, uma instituição depositária mantém os papéis estrangeiros e emite os recibos correspondentes no Brasil. Dessa maneira, o investidor consegue negociar os BDRs em reais por meio de uma corretora brasileira, sem precisar abrir uma conta no exterior.

Comprar um BDR, porém, não elimina os riscos internacionais. O preço do ativo pode ser afetado tanto pelo desempenho da ação no mercado de origem quanto pela oscilação do dólar em relação ao real.

Também é importante observar que uma empresa gigantesca não representa automaticamente um investimento barato ou adequado para todos os perfis. Resultados financeiros, perspectivas de crescimento, concorrência, preço das ações e concentração da carteira precisam ser considerados antes da decisão.

Ainda assim, os BDRs ampliam as possibilidades de diversificação e permitem que brasileiros tenham exposição a setores com menor presença na Bolsa local. É por essa porta que Nvidia (NVDC34), Google (GOGL34), Apple (AAPL34) e outras integrantes do clube do trilhão podem entrar na carteira dos investidores da B3.

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