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CACR11 encolhe quase 16%; IFIX fecha em queda de 0,1%

BRCR11 tem lucro 15,9% maior

BRCR11 tem lucro 15,9% maior. Foto: Suno/Banco

O índice de referência dos fundos imobiliários brasileiros, o IFIX, encerrou o pregão desta quarta-feira (1º) em queda de 0,1%, aos 3.826,67 pontos. O recuo corresponde a 3,92 pontos frente ao fechamento anterior. Ao longo da sessão, o indicador variou entre a mínima de 3.816,45 pontos e a máxima de 3.831,01 pontos, mantendo a maior parte do dia próxima dessas marcas.

Na abertura, o IFIX registrou 3.830,52 pontos e terminou o dia em patamar próximo ao nível inicial. A movimentação intradiária mostrou oscilação moderada, com a curva do índice permanecendo dentro do intervalo observado entre a mínima e a máxima do dia. O comportamento refletiu um pregão sem grandes deslocamentos, mas com ajustes pontuais entre os componentes.

IFIX fecha em queda de 0,1%

Com a leve baixa no fechamento, o IFIX somou mais uma variação negativa ao desempenho da semana. A amplitude de preços observada ao longo do dia, entre 3.816,45 pontos e 3.831,01 pontos, indica que o índice encontrou suporte e resistência bem definidos na sessão. Mesmo assim, a pontuação final de 3.826,67 pontos ficou muito próxima do valor de abertura de 3.830,52 pontos, evidenciando estabilidade relativa durante o pregão.

Entre os destaques de negociação, os componentes mais líquidos do índice concentraram os maiores volumes financeiros. O comportamento individual dos fundos mais negociados, bem como das maiores altas e baixas, ajudou a compor o resultado agregado do indicador ao final do dia.

MXRF11 negocia R$ 1,7 milhão

No ranking de maior volume na sessão, o MXRF11 (Maxi Renda) liderou as operações, somando R$ 1,74 milhão e recuando 0,21% no fechamento. Na sequência, o GGRC11 (GGR Covepi Renda) movimentou R$ 1,49 milhão e registou queda de 0,1%. O GARE11 (Guardian Real Estate) apareceu entre os mais negociados, com R$ 1,02 milhão e avanço de 0,53%.

Outros fundos com forte presença no pregão foram o CPTS11 (Capitania Securities II), que negociou R$ 968,61 mil e subiu 0,4%; e o RBRX11 (RBR Plus Multiestratégia), com R$ 597,15 mil e baixa de 0,25%. Esses volumes refletem o fluxo de ordens do dia e ajudam a indicar onde se concentrou o interesse dos investidores na sessão.

Entre os mais negociados, o desempenho foi misto, com movimentos de alta e baixa distribuídos entre diferentes segmentos de fundos imobiliários. A variação de preços desses ativos, associada ao volume financeiro, compôs parte relevante da dinâmica do índice ao longo do pregão.

CACR11: novo tombo na B3

Nas maiores valorizações do dia, o KIVO11 (Kilima Volcano Recebíveis Imobiliários) avançou 2,28% e fechou cotado a R$ 60,56, liderando os ganhos da sessão. Em seguida, o KNRI11 (Kinea Renda Imobiliária) teve alta de 1,65%, encerrando as negociações a R$ 154,95. Esses movimentos positivos ocorreram em paralelo à leve queda do indicador de referência.

Na ponta oposta, o CACR11 (AF Invest Recebíveis Imobiliários) conduziu as perdas ao recuar 15,84%, finalizando o dia a R$ 23,04. Já o BBIG11 (BB Premium Malls) anotou a segunda maior desvalorização, com queda de 4,43% e preço de fechamento em R$ 6,06. As oscilações entre ganhos e perdas nos extremos do dia ajudaram a moldar o resultado do IFIX no fechamento.

Com um pregão marcado por variações moderadas no índice e movimentos mais expressivos em alguns componentes, o desempenho desta quarta-feira (1º) mostrou um mercado seletivo entre setores e estratégias de fundos. Ao final, a leitura consolidada foi de leve baixa para o IFIX, em linha com a trajetória majoritariamente estável observada durante a sessão.

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