ALZC11 confirma R$ 0,10 por cota e mantém guidance no 1º semestre

O fundo imobiliário ALZC11 (Alianza Crédito Imobiliário) anunciou o repasse de R$ 0,10 por cota aos investidores com posição até 18 de maio de 2026. O pagamento dos proventos ocorrerá em 25 de maio, conforme comunicado da administração. Considerando a cotação de fechamento de abril, de R$ 7,80, o valor distribuído corresponde a um dividend yield mensal aproximado de 1,28%.

A estratégia do ALZC11 é concentrada no segmento de crédito imobiliário, priorizando ativos de renda fixa atrelados ao mercado. Entre os instrumentos, destacam-se CRIs e operações estruturadas que buscam retorno ajustado ao risco, preservando a disciplina de alocação. Os proventos seguem isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que atendidos os requisitos da legislação vigente para fundos listados.

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Movimentos relevantes na carteira

Em março, o fundo apresentou movimentos relevantes na carteira, com aumento de exposição a CRIs e distribuição de R$ 0,100 por cota. Segundo relatório gerencial, o desempenho foi impulsionado pela liquidação da primeira Nota Comercial estruturada pela Alianza, que gerou caixa extraordinário e reforçou o resultado distribuível.

Essa Nota Comercial tem particularidades distintas dos CRIs tradicionais. O instrumento oferece financiamento de prazo reduzido a empreendedores em início de obra, assumindo maior incerteza em troca de retornos superiores. A gestão ressalta que a alocação nessa modalidade será pontual, mantendo participação limitada no patrimônio do fundo.

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Reserva aproximada de R$ 0,1607 por cota

O resultado extraordinário do período girou em torno de R$ 0,0354 por cota, refletindo a quitação da Nota Comercial e o efeito de um IPCA mais elevado em fevereiro. Parte desse ganho foi retida em reserva, com objetivo de equalizar rendimentos ao longo do ano e mitigar volatilidade nos pagamentos mensais aos cotistas.

Ao fim de março, o ALZC11 acumulava reserva aproximada de R$ 0,1607 por cota. Apesar da pressão sobre as projeções de inflação, decorrente de tensões geopolíticas e da alta nas cotações internacionais do petróleo, a administração manteve o guidance de distribuição recorrente entre R$ 0,09 e R$ 0,10 por cota para o primeiro semestre de 2026.

Redação Suno Notícias

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