AIEC11 recua 4,01%; IFIX fecha em queda de 0,2%, aos 3.821,06 pontos

O IFIX encerrou o pregão desta quarta-feira (8) aos 3.821,06 pontos, em queda de 0,20%, o que representa 7,47 pontos a menos em relação ao fechamento anterior, de 3.828,53 pontos. O desempenho negativo marcou a quarta-feira para o índice de referência dos fundos imobiliários.

Ao longo da sessão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a máxima de 3.831,54 pontos e a mínima de 3.817,30 pontos. A abertura ocorreu aos 3.828,54 pontos, e o indicador manteve trajetória predominantemente negativa, encerrando o dia próximo do piso intradiário.

IFIX fecha em queda no pregão

O índice de fundos imobiliários acompanha o desempenho médio dos principais FIIs listados na B3. Na sessão em foco, a variação refletiu os negócios com os ativos que compõem a carteira teórica e a liquidez do mercado secundário, concentrada em alguns fundos de maior negociabilidade.

No fechamento a 3.821,06 pontos, o indicador ficou abaixo do nível de abertura após um intradia de amplitude contida. Os dados referem-se aos preços de encerramento, sem ajustes, e servem como termômetro da classe de fundos imobiliários no mercado brasileiro.

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Movimentação dos FIIs mais negociados

Entre os fundos mais negociados do dia, GGRC11 (GGR Covepi Renda) movimentou R$ 1,62 milhão e avançou 0,1% no fechamento. Na sequência, GARE11 (Guardian Logística) somou volume financeiro de R$ 1,4 milhão, com alta de 0,25% na sessão.

CPTS11 (Capitania Securities II) registrou R$ 1,14 milhão em negócios e recuou 1,19% no dia. Outros destaques foram MXRF11 (Maxi Renda), com R$ 1,01 milhão e queda de 0,21%; e SNEL11 (Suno Energias Limpas), que movimentou R$ 449,7 mil e caiu 0,36%.

Os volumes financeiros observados ilustram a liquidez de parte dos componentes do índice e ajudam a dimensionar o ritmo dos negócios no mercado secundário. As variações percentuais refletem as transações realizadas ao longo do período regular de negociação.

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Maiores altas e baixas entre os FIIs

Entre as maiores altas do pregão, TRBL11 (Tellus Rio Bravo Renda Logística) liderou ao subir 2,18%, encerrando cotado a R$ 59,01. Logo depois, KORE11 (Kinea Oportunidades Real Estate) avançou 1,91%, com fechamento a R$ 63,99, figurando entre as principais valorizações do dia.

Na ponta oposta, AIEC11 (Autonomy Edifícios Corporativos) apresentou o pior desempenho, com queda de 4,01%, terminando o pregão a R$ 57,40. As variações destacadas consideram o preço de fechamento informado para cada ativo.

A leitura conjunta dos movimentos individuais dos fundos e do comportamento do índice ajuda a entender a dinâmica de curto prazo da classe. Em pregões de menor fôlego, o índice tende a oscilar em faixa mais estreita, como observado ao encerrar próximo da mínima intradiária.

A carteira teórica do índice é definida e revisada periodicamente pela B3, com base em critérios de elegibilidade que consideram, entre outros aspectos, liquidez e presença em pregão. Alterações na composição podem influenciar o peso relativo de segmentos e a representatividade do indicador ao longo do tempo.

Para quem acompanha o mercado de fundos imobiliários, o acompanhamento diário do IFIX e dos volumes negociados fornece um panorama da performance média da classe. Relatórios gerenciais, comunicados ao mercado e fatos relevantes de cada fundo complementam a análise do dia a dia.

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As informações acima sintetizam o desempenho do pregão desta quarta-feira (8), com base nos dados de fechamento. O índice e os ativos citados refletem as variações observadas na sessão e a liquidez registrada no mercado secundário.

 

Redação Suno Notícias

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