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VINO11 multiplica resultado por 5 com venda de ativo em abril

Um homem de terno sentado em uma mesa com papéis e um laptop

Imagem gerada por IA

O VINO11 reportou resultado total de R$ 19,191 milhões em abril, desempenho cinco vezes superior aos R$ 3,69 milhões de março. O montante foi composto por parcela recorrente de R$ 3,081 milhões e componente não recorrente de R$ 16,11 milhões, refletindo eventos extraordinários no mês.

A principal alavanca foi o recebimento da última parcela da alienação de 49% do ativo BM 336, que acrescentou cerca de R$ 15,948 milhões ao resultado. Esse efeito elevou substancialmente o caixa e sustentou a capacidade de distribuição do fundo, ainda que com impacto pontual e não recorrente.

Resultado negativo de R$ 2,339 mi

Receitas imobiliárias do FII VINO11 somaram R$ 6,104 milhões, enquanto o resultado financeiro foi negativo em R$ 2,339 milhões, pressionado por despesas e custos de carregamento. Apesar disso, o fundo declarou distribuição de R$ 0,04 por cota, equivalente a dividend yield anualizado de 9,5% sobre a cotação do fim do mês.

Após o pagamento, o VINO11 preservou reserva de R$ 16,464 milhões, ou R$ 0,199 por cota, conferindo folga para manter a política de proventos. A administração projeta manutenção dos rendimentos do VINO11 entre R$ 0,038 e R$ 0,045 por cota até junho de 2026, com base no portfólio atual e no cronograma de obrigações.

Rentabilidade líquida de 1,4%

A cota ajustada encerrou abril a R$ 5,07, alta de 0,8%. Incluindo dividendos, o retorno total foi de 1,6% no mês, 0,1 ponto acima do IFIX. A rentabilidade líquida alcançou 1,4%, superando o CDI líquido de 0,9% no período comparável.

Estruturalmente, o fundo VINO11 fechou abril com 129.458 cotistas e valor de mercado de R$ 419,9 milhões. O volume médio diário negociado foi de R$ 700 mil, e o giro atingiu 3,3% das cotas emitidas, indicando liquidez consistente no secundário.

O patrimônio líquido somou R$ 814,6 milhões, com participações em ativos imobiliários de R$ 1,162 bilhão e aplicações financeiras de R$ 58,6 milhões, majoritariamente em fundos DI. O VINO11 mantinha obrigações de R$ 422 milhões ligadas à aquisição parcelada de imóveis; líquidas das aplicações, ficavam em R$ 363,4 milhões, equivalentes a 31,3% dos ativos imobiliários, dos quais R$ 23,2 milhões vencem em até 12 meses.

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