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VGIR11 reduz provento para R$ 0,12; pagamento em 18/3

Ações - Investimentos

Foto: Suno/Banco

O VGIR11 confirmou a distribuição de proventos referente ao desempenho de fevereiro de 2026, no valor de R$ 0,12 por cota, com pagamento agendado para 18 de março. Para ter direito ao recebimento, os investidores devem estar posicionados até o fim do pregão de 11 de março, data ex definida pela administração do fundo. A política segue a prática do mercado, preservando previsibilidade aos cotistas e transparência na divulgação.

Os cotistas que buscam os dividendos do VGIR11 devem observar o calendário informado no comunicado oficial. A manutenção da posição até a data ex é condição essencial para o crédito dos rendimentos no dia do pagamento. Dessa forma, a gestão reforça a importância do acompanhamento das datas-chave e do planejamento de curto prazo, sobretudo para investidores com foco em renda mensal.

Conforme a legislação vigente para fundos imobiliários, os rendimentos do VGIR11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que atendidos os requisitos legais. Essa característica torna o produto atrativo para composição de fluxo de caixa, especialmente em estratégias de longo prazo voltadas à geração de renda recorrente e diversificação setorial.

VGIR11 registra menor distribuição em oito meses

A distribuição atual representa redução em relação aos meses anteriores e configura o menor patamar em oito meses. Entre setembro de 2025 e fevereiro de 2026, o fundo imobiliário VGIR11 manteve proventos de R$ 0,13 por cota, nível que agora foi ajustado para R$ 0,12. Considerando a cotação de fechamento de fevereiro, em R$ 9,81, o dividendo corresponde a um yield mensal aproximado de 1,22%.

Composição da carteira do fundo imobiliário VGIR11

No encerramento de janeiro de 2026, o FII VGIR11 alocava 95,9% do patrimônio líquido em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), distribuídos em 57 operações, somando cerca de R$ 1,36 bilhão. Os 4,1% restantes permaneciam em instrumentos de liquidez. A administração reiterou a estratégia de maximizar a exposição a CRIs, reduzindo caixa para potencializar receitas, preservando liquidez para aproveitar oportunidades.

O portfólio apresenta alta concentração em ativos indexados ao CDI, que representam 99,5% das operações, enquanto 0,5% estão atrelados ao IPCA. Por segmento imobiliário, 84,5% da alocação é residencial; edifícios comerciais somam 7,7%; centros comerciais, 4,3%; operações diversificadas, 2,3%; e projetos Built to Suit, 1,2%. O VGIR11 encerrou janeiro com 260.186 cotistas e média diária de R$ 5,1 milhões em negociações.

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