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TOPP11 renova contrato, adota BOMA e mira 100% de ocupação

FIIs. Foto:Pixabay.

FIIs. Foto:Pixabay.

O fundo imobiliário TOPP11 reportou avanços relevantes em dezembro, com a renovação contratual de um inquilino do Edifício Metropolitan por mais cinco anos e um reajuste médio de 9,2% no aluguel. O acordo reforça a previsibilidade de receitas e sustenta o patamar atual de distribuições, enquanto o fundo consolida sua estratégia de ocupação e eficiência operacional.

Além do incremento, a área locada passou a adotar o padrão BOMA, já utilizado nas locações do Platinum. A mudança padroniza a medição das áreas e aprimora a precisão sobre o espaço comercializável, reduzindo assimetria entre contratos e facilitando comparabilidade. Essa uniformização tende a refletir em avaliações mais consistentes e em negociações futuras mais alinhadas às práticas de mercado.

A administração informou que o último espaço vago do portfólio está em fase final de negociação, com fechamento estimado para janeiro. Se confirmada, a operação levará o fundo a 100% de ocupação, reforçando a resiliência de fluxos de caixa em um ambiente seletivo para lajes corporativas e elevando a taxa de retenção de inquilinos. Esse cenário contribui para uma curva de vacância estrutural mais estável.

Situação financeira do fundo imobiliário TOPP11
No campo financeiro, o TOPP11 segue monitorando o saldo a pagar da aquisição dos imóveis, com vencimento final em abril de 2026. Durante o parcelamento, o fundo recebe integralmente os aluguéis, sem correção sobre o montante em aberto, preservando as distribuições. Essa estrutura sustenta o yield corrente e confere fôlego de curto prazo à gestão.

Quanto aos proventos, o TOPP11 distribuiu R$ 0,84 por cota referentes a dezembro, liquidados em janeiro de 2026, em linha com o centro da projeção semestral. A gestora confirmou que, enquanto perdurar o parcelamento, as distribuições devem permanecer acima do retorno operacional, beneficiadas pelo diferimento de pagamento e otimização de caixa.

A partir de abril de 2026, na ausência de novas emissões, a tendência é de convergência ao rendimento estrutural dos ativos. O patamar futuro dependerá de variáveis como características de eventual CRI, dinâmica dos juros reais, comportamento dos aluguéis e a taxa de administração, elementos que podem influenciar a capacidade de distribuição do fundo imobiliário.

Por fim, a administração ajustou a metodologia de cálculo do patrimônio líquido, incorporando a parcela a pagar a valor presente, o que amplia a transparência contábil. Em dezembro, o TOPP11 apurou resultado de R$ 3,77 milhões, desempenho que evidencia a tração operacional e consolida o ciclo recente de entregas do fundo imobiliário.

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