A TIM (TIMS3) registrou um lucro líquido normalizado de R$ 1,03 bilhão no segundo trimestre de 2026, alta de 6,2% na comparação anual, segundo resultados divulgados nesta segunda-feira (27). O desempenho foi impulsionado pelo crescimento nos segmentos móvel, fibra e B2B, além da consolidação dos ativos da V8.Tech.
A receita líquida da TIM avançou 5,5% no trimestre, alcançando R$ 6,965 bilhões. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), indicador que mede a geração de caixa operacional, cresceu 7%, para R$ 3,586 bilhões, com margem de 51,5%.
A receita de serviços subiu 5,7%, para R$ 6,785 bilhões. A telefonia fixa se destacou com expansão de 27%, puxada pela TIM Ultrafibra e pela incorporação da V8.Tech à operação.
Fibra e B2B sustentam o crescimento da TIM (TIMS3) no período
No segmento móvel, a receita de serviços cresceu 4,6% no período. O ARPU (Receita Média por Usuário) avançou 5%, chegando a R$ 34,30. A base de clientes pós-pagos aumentou 6,8% em 12 meses, enquanto a TIM Ultrafibra expandiu sua base em 12,5% no mesmo intervalo.
No B2B, que reúne serviços para empresas, a receita de serviços excluindo atacado cresceu 16,6% nos últimos 12 meses, atingindo R$ 1,7 bilhão.
As despesas operacionais normalizadas somaram R$ 3,38 bilhões no segundo trimestre, alta de 4% na comparação anual. A empresa atribuiu o avanço principalmente à consolidação dos ativos da V8.Tech e da I-Systems, e ressaltou que os custos cresceram abaixo da inflação acumulada em 12 meses até junho.
Por outro lado, o resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 569 milhões, piora de 51,8% em relação ao segundo trimestre de 2025. A TIM (TIMS3) explicou o recuo pela base de comparação desfavorável do ano anterior, que incluiu efeitos positivos extraordinários, somada ao aumento das despesas com juros de arrendamentos e aos impactos da consolidação da I-Systems.
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