A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,6% no trimestre encerrado em maio, de acordo com os dados mensais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta sexta-feira, 26, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em igual período de 2025, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 6,2%. No trimestre móvel até abril, a taxa de desocupação estava em 5,8%.
A renda média real do trabalhador foi de R$ 3.726,00 no trimestre encerrado em maio. O resultado representa alta de 4,0% em relação ao mesmo trimestre de 2025.
A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 377,7 bilhões no trimestre encerrado em maio, alta de 4,8% ante igual período do ano passado.
Taxa de informalidade
A informalidade atingiu 37,3% da população ocupada no período, o equivalente a 38,3 milhões de trabalhadores. No mesmo trimestre do ano passado, esse percentual era de 37,8%.
Na metodologia do IBGE, entram nesse grupo, entre outros, empregados sem carteira assinada e trabalhadores por conta própria que não possuem CNPJ. Em geral, esses profissionais não contam com direitos trabalhistas como férias remuneradas, 13º salário e seguro-desemprego.
De acordo com a série histórica da Pnad Contínua, a menor taxa de desemprego já registrada foi de 5,1%, no trimestre móvel encerrado em novembro de 2025. Já o maior nível observado foi de 14,9%, alcançado em dois momentos da pandemia de covid-19: nos trimestres encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021.
Com Estadão Conteúdo
