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S&P 500: Veja as 5 ações que mais valorizaram em setembro

Apesar da queda mensal da queda mensal acumulada do S&P 500, empresas continuaram a apresentar performances positivas, acima dos 14%

Apesar da queda mensal da queda mensal acumulada do S&P 500, empresas continuaram a apresentar performances positivas, acima dos 14%

O S&P 500, que reúne as 500 maiores empresas de capital aberto listadas nos Estados Unidos, registrou a primeira queda desde o pico da crise. Apesar disso, o índice anotou o segundo trimestre de ganhos acumulados, dando continuidade à histórica recuperação do mercado em meio à pandemia.

Em setembro, não somente o S&P 500, mas os principais índices acionários de Wall Street sofreram, pela primeira vez, um recuo desde março, quando houve um colapso da bolsas mundiais devido às preocupações quanto ao, ainda desconhecido, coronavírus. Com a chegada de abril, os mercados nos Estados Unidos engataram uma sequências de altas, à medida que a economia mostrava sinais de recuperação.

No mês passado, no entanto, o S&P 500 acumulou uma baixa de 3,9%, a 3.363,00 pontos; enquanto o Dow Jones Industrial caiu 2,3%, fechando setembro a 27,781.70 pontos e o Nasdaq Composite anotou uma queda acumulada de 5,2%, a 11,167.50 pontos.

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Ainda assim, as bolsas atingiram recordes no terceiro trimestre deste ano, em um movimento que poucos previam após o tombo histórico nos primeiros três meses de 2020. Mesmo com a extensão da volatilidade nos mercados, que reduziu os ganhos em setembro, algumas empresas apresentaram um desempenho positivo no mês.

Os investidores atribuem a boa performance à economia, que vem melhorando constantemente, embora ainda longe dos patamares observados no início do ano. Os gastos de consumidores norte-americanos cresceram de níveis quase inexistentes desde o começo de 2020 e as contrações no país tiveram alta por quatro meses consecutivos.

Com isso em vista, reforçando que esta matéria não é uma recomendação de investimento, veja as cinco ações do S&P 500 que mais se valorizaram em setembro:

Darden Restaurants

A primeira companhia do ranking maioria altas no mês passado reflete o movimento de valorização à medida que a economia norte-americana continua o processo de reabertura. Embora ainda queda de 7,6% na base anual, o Darden Restaurants (NYSE: DRI) anotou um crescimento de 16,23% em setembro.

A posição no topo da lista não é à toa, os analistas projetam que a operadora de restaurantes possa registrar uma aumento de mais de 30% nos lucros referentes à este fiscal, encerrado em 2021. O caminho é tortuoso. Com as marcas de restaurantes Olive Garden e Yard House reabrindo as portas lentamente, os ganhos no último trimestre de agosto caíram 59%.

Certo, no entanto, é que o Darden Restaurants apresentou a maior valorização do S&P 500 em setembro, encerrado cotado a US$ 100,74 (cerca de R$ 569,18).

Martin Marietta Materials

O resultado da Martin Marietta Materials (NYSE: MLM), no entanto, não deixa muita folga para a operadora de restaurantes. A segunda colocada na lista de maiores valorizações entre as 500 maiores empresas dos Estados Unidos se valeu do mês passado para ampliar os ganhos e tentar voltar ao patamar pré-pandemia.

A companhia fornecedora de agregados e materiais de construção pesados vem em um movimento de recuperação desde o derretimento da bolsa em março, quando suas ações eram negociadas perto de US$ 150,00. A partir de junho, no entanto, com a reabertura da economia norte-americana a empresa começou a mostrar sinais de retomada.

Mas não somente até setembro que a linha realmente inclinou e a Martin Marietta Materials registrou uma forte alta, fechando cotada a US$ 235,36.

FedEx

Já a empresa de transportes e entregas expressas FedEx Corporation (NYSE: FDX) voltou ao ranking pela segunda vez consecutiva, agora na terceira posição.

Como havíamos falado no mês anterior, a companhia conseguiu atenuar as dúvidas quanto à solidez do modelo em meio à pandemia, o que resultou em um crescimento de 30,55% em agosto.

E a disparada não parou por aí. As ações da FedEx registraram uma valorização de 14,74%, a US$ 251,52, em setembro, visto que a empresa reportou resultados positivos para o último trimestre, acima da expectativa dos analistas.

Os investidores passaram um tempo esperando para que a companhia realmente engatasse a marcha e pegasse a via expressa, e parece que a FedEx está finalmente cumprindo.

Westrock

Enquanto isso, a WestRock Company (NYSE: WRK) atravessa um caminho bem distinto de sua predecessora. A companhia de produtos de papel e papelão está quase 19% abaixo de seu valor pré-crise e ainda busca superar os impactos da pandemia do novo coronavírus.

Em setembro, as ações da empresa registraram um aumento de 14,54% em seu preço, para US$ 34,74; bem diferente dos US$ 22,00, no pico da crise, mas também dos US$ 43,00, no início do ano.

Under Armour

Por último, em quinto lugar entre as maiores altas do mês passado, a Under Armour (NYSE: UAA) voltou a registrar uma significativa valorização em seus papéis após sofrer com a pandemia.

A empresa de roupas e equipamentos esportivos, que estava cotada por volta de US$ 20,00 no início do ano, despencou com a chegada do novo coronavírus nos Estados Unidos. As ações da varejistas derreteram ao patamar de US$ 8,00, em vista das restrições para conter a doença no país.

Em setembro, entretanto, as ações da Under Armour voltaram a mostrar um desempenho positivo, subindo 14,48%, para US$ 11,23. Com uma queda de mais de 30% na base anual, a companhia ainda está longe de retornar ao nível pré-crise, porém, pelo menos no mês passado, a empresa mostrou sinais de recuperação, chegando a lista de de maiores altas do S&P 500.

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