O fiagro SNFZ11 segue ampliando sua base de investidores e consolidando presença no agronegócio, amparado por um ciclo favorável aos ativos lastreados na atividade rural. Em abril de 2026, a gestão confirmou novo rendimento de R$ 0,10 por cota, configurando o 15º pagamento consecutivo nesse patamar e reforçando previsibilidade ao cotista.
A base de participantes avançou para 12 mil investidores, um salto de 48% frente aos 8.105 do fim de 2025. Esse crescimento indica maior apetite por instrumentos de renda variável atrelados à economia real e sugere fortalecimento da tese do fiagro como alternativa de diversificação.
Portfólio imobiliário reúne três fazendas MT
As cotas negociam próximas de R$ 9,74 e permanecem abaixo do valor patrimonial por cota, com P/VP de 0,98. Esse leve desconto pode atrair alocadores que buscam exposição a terras agrícolas com margem de segurança, especialmente em um cenário de juros em normalização e demanda firme por commodities.
O portfólio imobiliário reúne três fazendas em Gaúcha do Norte (MT), somando cerca de 1.020 hectares. Os contratos de arrendamento preveem participação de 25% na produção de soja ou piso de 15 sacas por hectare, estrutura que sustenta fluxo de caixa mais estável mesmo em ambientes de preço pressionado, além de alinhar interesses entre operador e proprietário.
Perspectivas operacionais e diversificação do SNFZ11
Além da soja, o fundo captura ganhos do cultivo de milho safrinha, ampliando produtividade e diluindo riscos operacionais. O milho de segunda safra já responde pela maior parcela da colheita nacional do cereal e abastece cadeias de nutrição animal, produção de etanol e exportações, reforçando a resiliência de receitas ao longo do ciclo agrícola.
Em Mato Grosso, onde se concentram os ativos, a produção representa entre 40% a 45% de todo o milho brasileiro, o que confere vantagem competitiva pela escala, logística em evolução e acesso a mercados internos e externos. Essa combinação fortalece a geração de renda e potencializa o retorno por hectare.
SNFZ11 mantém cerca de R$ 81 milhões em CRAs
Para complementar o caixa, o SNFZ11 mantém cerca de R$ 81 milhões em CRAs atrelados a CDI + 4%, instrumento que adiciona previsibilidade e diversificação, suavizando oscilações da safra e do clima.
Com governança ativa e foco setorial, o fiagro reforça sua proposta de renda recorrente com lastro em ativos produtivos.
