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SNEL11 cresce a base para 95 mil e reforça liquidez e caixa

Bolsa de Valores - Investimentos - Ações

Foto: Suno/Banco

O fundo de investimento imobiliário SNEL11 apresentou novos dados operacionais em live da Suno Asset, com avanços em liquidez, expansão da base de cotistas e impacto positivo dos reajustes tarifários de energia sobre os rendimentos. A gestão reforçou que a estratégia de comunicação e transparência vem sustentando o engajamento dos investidores e a melhora no giro de negociações.

No balanço mais recente, o fundo encerrou março com mais de 86 mil cotistas e já alcança 95 mil participantes, movimentando cerca de R$ 75,3 milhões no período, com média diária próxima de R$ 3,5 milhões. Esse ganho de tração decorre, segundo a gestora, do maior interesse do varejo e do efeito rede observado após sucessivas apresentações públicas.

“O avanço de liquidez e o crescimento da base refletem nossa política de comunicação”, afirmou Gabriel Barbieri, analista da administradora, ao destacar o compromisso com atualizações frequentes e dados operacionais detalhados para o mercado.

O patrimônio líquido atingiu aproximadamente R$ 946 milhões ao fim de março, mantendo distribuição de R$ 0,10 por cota. Considerando o preço de fechamento de R$ 8,55 no período, o dividend yield anualizado ficou próximo de 14,97%, desempenho amparado pela disciplina na alocação e pela resiliência contratual.

Como a inflação energética favorece o SNEL11

A gestora concluiu a incorporação de Matozinhos 1 e 2 e Sete Lagoas ao portfólio e reportou evolução da UFV Soleil, no Paraná, com ocupação superior a 100%. Ajustes tarifários recentes em áreas atendidas por Light e Copel tendem a aumentar o fluxo de caixa dos aluguéis, uma vez que parte relevante dos contratos é indexada à inflação energética.

A chamada inflação energética segue acima do IPCA em diversas distribuidoras, impulsionada por fatores como CDE e avanço da geração distribuída. Em contratos específicos, a remuneração está atrelada ao benefício econômico de redução na conta de luz do consumidor, reforçando a capacidade de repasse e a proteção de receita.

Outro destaque operacional foi a UFV Soleil, que vem registrando consumo acima da geração prevista, acelerando o uso de créditos e ampliando a geração de caixa do ativo. Esse movimento mitiga oscilações sazonais e sustenta a previsibilidade de resultados.

Para os próximos trimestres, a gestora busca estabilidade de proventos enquanto executa a alocação progressiva do capital captado. A projeção indica distribuição entre R$ 0,10 e R$ 0,11 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026, com foco em consistência e crescimento da base do SNEL11.

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