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SNEL11 chega a 75 mil cotistas e bate recorde de volume

Uma pessoa segurando um pedaço de papel com a palavra financeira

Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário SNEL11 alcançou 75 mil cotistas, consolidando-se entre os FIIs temáticos de crescimento mais acelerado em 2024 na B3. O avanço representa cerca de 10 mil novos investidores em aproximadamente 30 dias, reforçando a atratividade do veículo em um ambiente de maior seletividade por parte do mercado.

Após registrar 70 mil cotistas em 9 de fevereiro, poucos dias depois de superar 65 mil, o fundo manteve a sequência de marcos relevantes. Esse ritmo de captação evidencia a demanda consistente observada desde a conclusão da quarta emissão de cotas, reforçando a tese e a visibilidade do produto.

Realizada em cenário de juros elevados, a oferta levantou mais de R$ 620 milhões, ampliando o patrimônio líquido para R$ 909,3 milhões e aproximando o valor de mercado de R$ 950 milhões. Com isso, o SNEL11 passou a integrar o grupo dos maiores FIIs dedicados exclusivamente a projetos de energia renovável no Brasil, destacando-se pela escala e pelo pipeline.

Desde a estratégia inicial, o número de investidores saltou de cerca de 3 mil para 75 mil cotistas, sinalizando evolução contínua e consolidação da proposta de investimento em geração distribuída solar. A trajetória de crescimento reforça a confiança dos aplicadores e o apelo do tema ESG no ambiente de renda variável.

Liquidez em alta e novo recorde de negociação

No mercado secundário, o fundo registrou aproximadamente R$ 17,8 milhões negociados em um único pregão — recorde histórico de volume para o ativo. Há indícios de participação de investidor institucional, movimento que fortalece a percepção de maturidade e credibilidade do veículo.

FII amplia portfólio com 20 projetos

Com os recursos captados, o SNEL11 fechou 20 contratos para aquisição de usinas solares de geração distribuída, somando 87,5 MWp de capacidade instalada em 22 municípios de oito estados, totalizando R$ 436,2 milhões. A administração estima TIR real de 14,44% ao ano, já descontados os custos operacionais.

Após a maturação, a carteira pode expandir a capacidade geradora em até 195%, impulsionada por potencial adicional de 153.460 MWh anuais. Entre os ativos já incorporados estão as UFVs Paramirim, Cruzeiro do Sul, Soleil e Juti, que somam 16,9 MWp e concluíram o closing, reforçando a execução da tese do SNEL11.

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