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O que saber nesta terça-feira sobre política e negócios

FGV: Classes A e B voltam a subir e representam 14,4% da população

FGV: Classes A e B voltam a subir e representam 14,4% da população

Fique por dentro dos que podem ser os principais assuntos ligados à política e negócios desta terça-feira, 23 de outubro.

Vale a pena ver a reação do mercado nacional após ao mau humor generalizado das bolsas globais.

Também fique de olho nas notícias sobre a corrida eleitoral.

Ainda vale a pena se informar sobre o início da temporada de divulgação dos balanços das empresas nacionais abertas.

Eleições

No campo eleitoral, vale ficar de olho na pesquisa Ibope. Prevista para ser divulgado hoje no período da noite.

No último Ibope, Jair Bolsonaro (PSL) tinha 59% dos votos, enquanto Fernando Haddad (PT) apareceu com 41%.

Balanços

Hoje também deve começar a temporada de divulgação dos balanços empresariais referentes ao terceiro trimestre de 2018.

Especialistas estão otimistas em relação aos dados gerais, mesmo com as eleições ainda acontecendo.

É esperado alta, principalmente, nas empresas ligadas ao ramo financeiro.

Contudo, o setor de varejo também deve ter crescimento.

Alta impulsionada, principalmente, pela implementação de tecnologias em seus serviços.

O mesmo cenário positivo é esperado para as maiores estatais.

Influenciado, principalmente, pela alta do dólar.

Todavia, a variação do câmbio deve interferir negativamente nas companhias áreas.

Bolsas mundiais

Após um dia positivo, as bolsas asiáticas voltaram a sofrer queda. Negativa que ocorre enquanto cresce a tensão global.

Além disto, a expectativa para um novo aumento nas taxas de juros dos EUA vem gerando impacto.

Fato que também interferiu nas bolsas europeias, que recuaram ao seu nível mais baixo em dois anos.

Além disto, o Brexit e as questões orçamentais da Itália ainda geram apreensão na economia do continente.

Já os índices futuros das bolsas do Estados Unidos acompanham o cenário negativo externo.

A confirmação da morte do jornalista saudita Jamal Khashoggi, aumentou, ainda mais, a tensão sobre o Oriente Médio.

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