O fundo imobiliário XPML11 apurou resultado de R$ 55,235 milhões em maio, 53% acima do mês anterior. As receitas totais somaram R$ 66,710 milhões, enquanto as despesas ficaram em R$ 11,474 milhões no período.
O pagamento aos cotistas ocorreu em 25 de junho, quando o fundo distribuiu R$ 0,92 por cota, equivalente a um dividend yield mensal de aproximadamente 0,87%. Como em outros fundos imobiliários, os rendimentos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, conforme as condições previstas na legislação.
H2: Rendimentos do XPML11 em maio
Os rendimentos do XPML11 referentes a maio foram pagos em 25 de junho, no valor de R$ 0,92 por cota. O provento representa um dividend yield mensal de cerca de 0,87%, em linha com a performance operacional do período.
A isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas segue aplicável aos rendimentos, desde que cumpridos os requisitos legais para a categoria.
Composição da carteira do XPML11
Em maio de 2026, a carteira reunia 26 shopping centers, que somam cerca de 1.140 mil metros quadrados de ABL e mais de 5.200 lojas. A ABL própria do fundo totalizava aproximadamente 274.000 metros quadrados.
Os imóveis representavam 93,9% dos ativos, seguidos por caixa (3,9%), FIIs (1,5%) e CRI conversível (0,6%). Em valores absolutos, os imóveis somavam R$ 7.385.111 mil, o CRI conversível R$ 120.771 mil, os FIIs R$ 49.897 mil e o caixa R$ 306.008 mil, levando a carteira total a R$ 7.861.787 mil.
Por região, o Sudeste concentrava 72% da ABL, seguido por Nordeste (16%), Sul (9%) e Norte (3%). Na divisão por administradores, a SYN liderava com 21% da ABL, à frente de Allos (17%), Iguatemi (16%), JHSF (15%), Alqia (8%) e Ancar Ivanhoe (5%). Completam a lista Gazit (4%), Tacla (4%), Multiplan (3%), HBF (3%), JCC (2%) e AD Shopping (2%).
Na estrutura de obrigações, o FII carregava quatro CRIs, todos emitidos pela OPEA, com prazo original de 15 anos e pagamento mensal. O CRI Catarina tinha saldo devedor de R$ 145,8 milhões, indexado a IPCA + 7,30% ao ano, com vencimento em outubro de 2033. O CRI Cidade Jardim somava R$ 155,8 milhões, também a IPCA + 7,30% ao ano, com vencimento em outubro de 2033. Já os dois CRIs do Shopping da Bahia somavam R$ 177,4 milhões, a IPCA + 6,87% ao ano, e R$ 54,8 milhões, a CDI + 2,75% ao ano, ambos com vencimento em dezembro de 2036.
Indicadores operacionais e desempenho do XPML11
Nos indicadores operacionais, o NOI caixa foi de R$ 130 por metro quadrado em maio. No ano, o indicador registrou R$ 220 em janeiro, R$ 141 em fevereiro, R$ 130 em março e R$ 134 em abril.
As vendas por metro quadrado alcançaram R$ 1.757 em maio, o maior valor de 2026. Nos meses anteriores, foram R$ 1.635 em janeiro, R$ 1.428 em fevereiro, R$ 1.678 em março e R$ 1.630 em abril.
Na rentabilidade, o retorno do fundo foi de -0,97% em maio, ante -0,77% do IFIX e 0,93% do CDI líquido. No acumulado de 2026, o retorno é de 0,96%, frente a 1,37% do IFIX e 5,86% do CDI líquido.
No mercado secundário, o mês registrou 3,3 milhões de negociações, com volume de cerca de R$ 352 milhões e liquidez média diária de R$ 16,7 milhões, queda de 13,0% em relação ao mês anterior. A cota encerrou junho a R$ 104,47.
